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sábado, 27 de novembro de 2010

TRÊS FASES NA VIDA DO CRISTÃO


INTRODUÇÃO: Toda pessoa quando inicia a caminhada cristã irá inevitavelmente passar por três fases distintas, se não desistir. Essas três fases estão relacionadas a reação das pessoas para com a nossa vida. O mesmo acontece quando temos alguma experiência muito forte com Deus. É o que aconteceu com o cego de nascença depois que foi curado pelo Senhor Jesus, e é o que devemos esperar que aconteça conosco também.
Vejamos pois, com base em João 9, cada uma  dessas fases separadamente. Vamos  começar lendo João 9.1-7 para entender o contexto em que isso aconteceu.
 A primeira fase é...
I –A FASE DA DÚVIDA(Vv.8-9)
     1.1. Impressionante é que aquele homem, cego de nascença, há muito era conhecido dos seus vizinhos. Ninguém tinha dúvida de quem ele era. Mas quando o viram curado, começaram a questionar a veracidade de sua identidade. Leia os versos 8 e 9.
     1.2. Além dos vizinhos, os religiosos da época de Jesus também não creram na cura daquele homem e duvidaram que ele de fato tinha sido curado. Leia atentamente os versos de 13-18.
ü  Essa de fato é  a primeira fase que todo novo crente vai experimentar e que toda pessoa que viveu uma experiência forte seja de transformação ou de revelação na palavra também vai passar:  A dúvida! E infelizmente os primeiros a duvidar são aqueles que mais nos conhecem.
ü  Portanto quando estiver passando por essa fase fique firme. Ignore completamente a atitude daqueles que se dispõem a duvidarem de você.
ü  Muitas vezes as pessoas só vão crer na nossa mudança, na nossa transformação quando tempo passa e nós nos mantemos firmes. Por isso a sua resposta àqueles que duvidam da sua transformação é não recuar. Pois com o tempo todos vão reconhecer que de fato você teve uma experiência com Deus!
 A segunda fase é...
II – A FASE DA CRÍTICA(Vv.24-34)
      2.1. Nós versículos de 24 a 34 nós vamos ver como os religiosos da época de Jesus, os fariseus, se puseram a criticar o homem e desqualificar sua experiência de cura, ao ponto de até expulsá-lo.
     2.2. Eles já tinham ameaçado o pai do rapaz que fora curado. Jo. 9.18-22.
     2.3. O inimigo até hoje usa a mesma estratégia primeiro ele tenta nos fazer parar levantando pessoas para duvidar da nossa fé, das nossas convicções e principalmente das mudanças que Deus fez na nossa vida. Se suportamos bem a fase da dúvida entramos então, na fase da crítica. Essa é uma fase muito difícil, pois vem recheada de todo tipo de acusação muitas vezes evocando os nossos erros do passado. Foi isso que fizeram com o ex-cego de nascença e é isso que vão tentar fazer com você também.
ü  É muito comum alguém falar sobre a uma pessoa que se converteu: “Você está ficando fanático”. “Você agora só quer saber de igreja, abandonou a família”.
ü   Quantos que se levantam criticando a Palavra, criticando Deus, Criticando a igreja. Mas a resposta daquele cego era algo embaraçoso para os seus opositores. Veja o que diz o verso 25: “Se é pecador eu não sei, eu sei que eu era cego e agora vejo”.
ü  A sua resposta aqueles que duvidam e criticam você tem que ser o testemunho de sua transformação. Nõa tente explicar nada. Não tente convencer a ninguém, apenas mostre com a sua vida que a mudança aconteceu.
A terceira fase é...
III – A FASE DO RESPEITO(V.14)
       3.1. É impressionante como depois do homem ter sido expulso da sinagoga(V.34), Jesus se revela a ele e o honra na frente dos fariseus. Eu posso imaginar como aqueles fariseus ficaram. No final das contas Jesus falou que eles eram os cegos. Leia os versos de 35 a 41.
       3.2. Essa de fato é a terceira fase que todos que perseveram vão experimentar. Depois de passar pela fase da dúvida, depois de se manter firme diante das crises, chega então a fase do respeito.
ü  Você percebe que está entrando nessa fase, quando as pessoas começam a procurá-lo para pedir oração, conselhos ou ajuda espiritual. Esses são os primeiros sinais do reconhecimento.
ü  Os mesmos que duvidaram e criticaram você, um dia vão estar falando bem a seu respeito. Portanto, mantenha-se firme, porque aqueles que forem fiéis serão honrados pelo Senhor.
ü  É uma questão de tempo e sua família vai reconhecê-lo. É uma questão de tempo e seus vizinhos e colegas de trabalho vão procurá-lo porque estão vendo Deus na sua vida.
ü  Portanto, seja firme e constante, porque o seu testemunho vai calar os seus inimigos e Deus o glorificará.

A VISÃO DO TRONO CELESTIAL


 “Depois destas coisas, olhei, e vi que estava uma porta aberta no céu, e a primeira voz que ouvi, como de som de trombeta falando comigo, disse: Sobe para aqui, e te mostrarei as coisas que depois destas devem acontecer. Imediatamente fui arrebatado em espírito, e um Trono estava posto no céu, e Alguém assentado sobre ele.”Apocalipse 4:1-2.

Depois de presenciar e registrar a avaliação de Deus acerca das igrejas da Ásia, João é subitamente arrebatado em espírito ao céu. É lhe dito que a partir daquele momento, ele assistiria ao que deveria suceder ao mundo, após Deus ter começado o Seu juízo por Sua própria Casa, a Igreja. Uma vez que a Casa estava em ordem, chegara a hora de julgar as nações, começando por Israel, e sua capital, Jerusalém.
Antes, porém, João precisava compreender que por trás de todo juízo, há um propósito redentor, e que, o destino das nações estava bem seguro nas mãos d’Aquele que recebera do Pai toda a autoridade nos céus e na terra. Por isso, antes de assistir às manifestações dos juízos divinos, João precisava receber algumas revelações preliminares.

A primeira dessas revelações foi acerca do Governo de Deus sobre o Universo. Chegando às regiões celestes, João viu o que poucos homens puderam ver: o Trono de Deus. E ele faz questão de frisar que havia Alguém assentado ali. O Trono não estava vazio.
 “Alguém”, e não “algo”,estava no comando de toda a situação. Não se trata de uma força impessoal, como defendem os seguidores da Nova Era e de algumas seitas orientais, mas de um Ser Pessoal, que tem nas mãos as rédeas do destino de toda a Sua Criação. A mensagem subliminar que encontramos nesta passagem é: “Está tudo sob controle.” As coisas não acontecem por acaso, nem tampouco são frutos de contingências. Há um Deus que não apenas assiste à história da Criação, mas também a dirige, e, de certo modo, a protagoniza.

· O Significado de Sua Aparência

Embora João não se preocupe em nos dar a identidade d’Aquele que estava no Trono, podemos afirmar com convicção, que se trata do próprio Senhor Jesus, em Seu estado de glória. João se limita a descrever a aparência d’Aquele glorioso ser: “E o que estava assentado era, na aparência, semelhante a uma pedra de jaspe e de sardônio” (v.3a).


· O Sardônio

Para entendermos o significado destas pedras preciosas, preci-samos recorrer ao Antigo Testa-mento. Em Êxodo 28:15-21 lemos que o peitoral usado pelo Sumo Sacerdote exibia doze pedras preciosas, arrumadas em quatro fileiras, que simbolizavam as doze tribos de Israel. A primeira delas era o sardônio, uma pedra de cor avermelhada, e que tinha gravado o nome de Rúben, o primogênito de Israel. A pedra vermelha como sangue aponta para a expiação realizada por Cristo na Cruz, em Sua primeira vinda. Por causa de Sua morte e ressurreição, Ele foi chamado de “o primogênito dentre os mortos” (Col.1:18; Ap.1:5). Cristo é o “primogênito” do Novo Israel, e da Nova Criação, assim como Rúben era o primogênito dos filhos de Jacó. Ser o primogênito Lhe confere uma posição de primazia sobre a herança de Deus. Referindo-se ao Filho, o escritor de Hebreus diz que Deus o “constituiu herdeiro de tudo, por quem fez o mundo (...) ao introduzir o primogênito no mundo, diz: E todos os anjos de Deus o adorem”(Hb.1:2b, 6b). Infelizmente, muitos entendem de maneira errada a herança que Deus legou a Cristo, e que por sua vez, foi estendida a nós. A maioria dos cristãos buscam espiritualizar esta herança. É verdade que as Escrituras falam de uma “herança incorruptível, incontaminável e imarcescível, guardada nos céus” (1 Pe. 1:4), porém esta herança guardada nos céus é ninguém menos que Cristo. Mas as Escrituras também afirmam que Deus, o Pai, disse a Cristo: “Pede-me, e eu te darei as nações por herança, e os fins da terra por tua possessão” (Sl.2:8). Uma vez que somos co-herdeiros com Ele, podemos inferir que o mundo também é nossa herança (Rm.8:17). Paulo diz que Abraão recebeu de Deus a promessa de que seria “herdeiro do mundo”(Rm.4:13); logo, “se sois de Cristo, então sois descendentes de Abraão, e herdeiros conforme a promessa” (Gl.3:29). Portanto, o sardônio, a pedra de Rúben, aponta para a primogenitura de Cristo, e Sua primazia sobre toda a Criação, tanto a material, quanto a espiritual. Cristo é, ao mesmo tempo, o Herdeiro e o Testador (Aquele que compõe o testamento que consta a herança). Basta lermos com atenção a passagem que se segue, para termos uma nova compreensão acerca da morte de Cristo:

"Onde há testamento, necessário é que intervenha a morte do testador, porque um testamento só é confirmado onde houve morte; ou terá ele algum valor enquanto o testador vive?”
Hebreus 9:16-17.

O sardônio também aponta para a morte de Cristo, através da qual o Testamento foi confirmado, e a herança foi legada àqueles que O reconhecem como Senhor e Herdeiro de tudo. Ele morreu como testador, e ressuscitou como o primogênito da Nova Criação.


· O Jaspe


Última pedra preciosa que compunha o peitoral do Sumo Sacerdote era o jaspe, que trazia o nome de Benjamim, a última das tribos de Israel. Fica claro aqui que a aparência d’Aquele que estava no trono representa o cumprimento do propósito de Deus para a Criação como um todo. Ele é o primeiro e o último, o Alfa e o Ômega, o autor e consumador de todas as coisas. Se o sardônio simboliza Sua primeira vinda, através da qual Ele fez a expiação dos nossos pecados, e confirmou o testamento, o jaspe simboliza Sua segunda vinda, quando Seu propósito restaurador será concluído. Ele começou a boa obra, e há de consumá-la até o dia final.


· A Esmeralda


Além disso, é dito que
 “ao redor do trono havia um arco-íris semelhante, na aparência, à esmeralda” (Ap.4:3). No peitoral do Sumo Sacerdote, a esmeralda era a pedra de Judá, a tribo de onde viria o Rei. É interessante frisar que o arco-íris contém sete cores, enquanto que, a esmeralda é de cor verde. Como conciliar uma coisa com a outra? Tanto o arco-íris, com suas sete cores distintas, quanto a verde esmeralda possuem um significado comum: esperança.
Aqui, o arco-íris aparece em uma forma completa. Não se trata de um arco, propriamente dito, mas de um círculo perfeito. Talvez, o lado inferior do círculo nada mais seja do que o reflexo do arco-íris no
 “mar de vidro, semelhante ao cristal” que havia diante do trono (v.6a). Se for assim, podemos dizer que o arco-íris (do lado superior do trono) é a Nova Aliança, cujo reflexo se vê na Antiga Aliança. Tal interpretação encontra apoio em passagens como aquela que claramente afirma que “a lei, tendo a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas” (Hb.10:1a). Referindo-se às ordenanças contidas no Velho Pacto, Paulo diz: “Tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir” (Col.2:17a). Devido à conexão entre o arco-íris ao redor do trono e a esmeralda, que representa Judá, a tribo de onde Jesus originou-Se segundo a carne, podemos inferir que a realidade por trás deste símbolo é o Reino de Deus, que vem aos homens como cumprimento de Sua promessa, contida tanto no Velho quanto no Novo Pacto. Na Antiga Aliança, o Reino se manifestou de forma figurativa através de Davi, e seus sucessores; mas na Nova Aliança, este Reino se manifesta em plenitude, através d’Aquele que é, ao mesmo tempo, o Filho de Deus, e o Filho de Davi.

O arco-íris também aponta para uma nova ordem, que por sua vez, emerge da ordem até então estabelecida. Uma vez que esta velha ordem é alvo do juízo divino, e recebe os golpes de Seu Cetro de Justiça, faz-se mister que uma nova ordem seja instaurada, assim como foi nos dias de Noé. Deus fez uma aliança com toda a Criação após o Dilúvio, garantindo que jamais voltaria a destruí-la novamente. Agora, Deus confirma tal aliança, e assegura que a Nova Criação começada em Cristo jamais poderá ser banida. É bem verdade que a atual criação geme, como se estivesse com dores de parto, porém, nutrindo a esperança de que a corrupção que a mantém cativa há de ser desfeita, assim que os filhos de Deus forem manifestados (Rm.8:19-22).

Até aqui encontramos três pedras preciosas: o sardônio, simbolizando a obra feita na Cruz em Sua primeira Vinda; o jaspe, simbolizando Sua Vinda em glória no último dia; e a esmeralda representando o Seu reino agora. Assim sendo, nestas três pedras encontramos Aquele que era, que é, e que há de vir. Como disse o escritor sagrado:
 “Jesus é o mesmo ontem, hoje e eternamente” (Hb.13:8). Ele é o princípio, o meio, e o fim. Como Rúben, Ele é o primogênito (Hb.1:6), a origem de tudo; como Judá, Ele é Aquele que reina, “mediante quem tudo existe” (Hb.2:10), “sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder” (Hb.1:3). E como Benjamim, Ele é o último,“aquele, para quem são todas as coisas” (Hb.2:10). Resumindo: “Dele, por ele e para ele são todas as coisas” (Rm.11:36a). Todas as coisas são dEle, porque Ele é o primogênito (Criador). Todas existem por meio dEle, porque Ele é quem as governa e sustenta (Rei); e finalmente, todas as coisas são para Ele, porque Ele é o fim objetivo de tudo o que há (Herdeiro).


A Corte Celestial


“Pois quem nos céus é comparável ao Senhor? Entre os seres celestiais, quem é semelhante ao Senhor? Deus é sobremodo tremendo na assembléia dos santos e temível sobre todos os que o rodeiam.”
Salmos 89:6-7.

A atenção de João se volta para a realidade em torno do Trono de Deus.
“Ao redor do trono” diz o apóstolo vidente, “havia vinte e quatro tronos, e vi assentados sobre os tronos vinte e quatro anciãos, vestidos de branco, que tinham nas suas cabeças coroas de ouro” (Ap.4:4). Quem seriam eles, ou, o quê eles representariam? Para respondermos a estas intrigantes indagações, teremos que fazer uma breve incursão pelas páginas das Escrituras.

Em seu registro profético, Daniel conta ter visto quando
 “foram postos uns tronos, e um Ancião de Dias se assentou. A sua veste era branca como a neve, e o cabelo da sua cabeça como lã puríssima (...) Assentou-se o Tribunal, e abriram-se os Livros (...) foi dado o Juízo aos Santos do Altíssimo, e chegou o tempo em que o santos pos-suíram o reino” (Dn. 7:9a, 22b). Partindo do princípio de que a Bíblia deve interpretar a Bíblia, concluímos por este texto que os vinte e quatro anciãos são agentes do Juízo de Deus. Trata-se de um tribunal armado com o obje-tivo de manifestar o veredicto divino. Surge, então, a seguinte questão: quem com-poria este tribunal?

Ao ser indagado por Pedro acerca do destino daqueles discípulos que haviam deixado tudo para segui-lO, Jesus lhe respondeu:
 “Em verdade vos digo que vós os que me seguistes, quando, na regeneração, o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, também vos assentarei sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel” (Mt.19:28). Se levarmos em conta esta declaração feita por Cristo, chegaremos à identidade de pelo menos doze dos vinte e quatro anciãos. Trata-se dos doze apóstolos do Cordeiro, que, ao redor do trono de Deus, representam a totalidade do povo da Nova Aliança. E quanto aos outros doze? Por inferência, podemos afirmar que são os doze patriarcas das tribos de Israel. Em sua descrição da Cidade Celestial, João faz a conexão entre cada um desses dois grupos. Ali é dito que sobre as doze portas da Nova Jerusalém estão “os nomes das doze tribos dos filhos de Israel” (21:12), enquanto que “o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles estavam os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro”(v.14). Feita a conexão, não fica dúvida de que os vinte e quatro anciãos sejam os cabeças do velho e do novo Israel, e representam a totalidade dos remidos do Senhor, sob ambas as alianças. Foi por ter a convicção de que aos santos seria confiado o juízo, que Paulo indagou aos seus leitores Coríntios: “Não sabeis vós que os Santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois indignos de julgar as coisas mínimas? Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida?” (1 Co.6:2-3).

O Juízo de Deus, como já vimos, deve começar pela Igreja. Não se trata de um juízo com objetivo condenatório, mas disciplinar (1 Co.11:32). Com a Sua própria Casa em ordem, Deus agora passa a julgar as nações do mundo, começando por Israel. Por fim, há o julgamento dos anjos, do qual a Igreja também deve participar ativamente. Mais adiante vamos tratar deste importante tema novamente. Basta, por enquanto, entendermos que os vinte e quatro anciãos representam os santos da Antiga e da Nova Aliança.

O Juízo emitido por Deus e executado por esses anciãos é prefigurado no verso 5, onde lemos que
 “do trono saíam relâmpagos, vozes e trovões”. Além disso, é dito que “diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus. Também havia diante do trono como que um mar de vidro, semelhante ao cristal” (vs.5b-6a). As sete lâmpadas apontam para o fato de que o Espírito de Deus perscruta todas as coisas. Ele é, no dizer de Paulo, “a luz que a tudo manifesta” (Ef.5:13b). O mar de vidro aponta para a transparência que as coisas possuem aos olhos do Supremo Juiz. “Não há criatura alguma encoberta diante dele” argumenta o autor sagrado, “todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele a quem havemos de prestar contas” (Hb.4:13).


· Os Quatro Seres Viventes


Entra em cena algumas das mais enigmáticas figuras do Apocalipse. Segundo João, havia“ao redor do trono, um ao meio de cada lado, quatro seres viventes cheios de olhos por diante e por detrás. O primeiro ser era semelhante a um Leão, o segundo semelhante a um Touro, o terceiro tinha o rosto como de Homem, e o quarto era semelhante a uma Águia Voando” (Ap.4:6b-7).

Estas quatro figuras simbolizam a Revelação Plena de Deus no Evangelho de Jesus Cristo. O Evangelho é a base pela qual os homens serão julgados. Paulo diz que Deus “tomará vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao Evangelho de nosso Senhor Jesus” (2 Ts.1:8b). E mais:“Isto sucederá no dia em que Deus há de julgar os segredos dos homens, por meio de Jesus Cristo, segundo o meu Evangelho” (Rm.2:16). Estes quatro seres viventes são os Guardiães do Mistério de Deus, apresentados em Isaías 6 como Serafins, em Ezequiel 1:10, e 10:20 como Querubins. Não importa o nome que recebam, e sim a função que exercem. Na revelação de Isaías, os seres viventes cobriam seus rostos com suas asas, porque o Mistério ainda não deveria ser revelado. Mas na visão de João, os quatro seres viventes estavam cheios de olhos por diante e por detrás. Isso se dá porque “o mistério que estivera oculto dos séculos e das gerações; agora, todavia, se manifestou aos seus santos” (Col.1:26). Paulo chama este mistério de “Mistério do Evangelho” (Ef.6:19b). Em outra passagem, Paulo sintetiza este mistério, e arremata:

"É, sem dúvida alguma grande é o mistério da piedade: Aquele que se manifestou em carne, foi justificado em espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, e recebido acima na glória.”
1 Timóteo 3:16.

Neste único verso, encontramos os quatro seres viventes, simbolizando os quatro ângulos do mistério do Evangelho. Primeiro, Paulo diz que Cristo manifestou-Se em carne. Aqui vemos a figura do
 “Homem”. A encarnação é o começo da revelação do Evangelho. Em segundo lugar, Paulo afirma que Cristo foi justificado em espírito, o que aponta para Sua morte vicária, simbolizada na figura do “Touro”. Pedro diz que Ele foi “morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito” (1 Pe.3:19). Em seguida, Paulo diz que ao ser justificado no espírito (ressurreição), Ele foi visto dos anjos, pregado aos gentios e crido no mundo; uma clara alusão à Sua condição de “Leão”.Aqui o Evangelho é apresentado como o Evangelho do Reino, que apresenta às nações o Cristo-Rei, que veio estabelecer Seu império no mundo. Finalmente, o apóstolo diz que Cristo foi recebido acima na glória, significando a ascensão, exaltação e entronização do Filho de Deus. Nesta declaração, encontramos a figura da “Águia”. Depois de um vôo rasante, a águia volta ao seu ninho de origem nas alturas. Depois de passar por cada etapa da chamada Kenósis (grego: esvaziamento) descrita por Paulo em Filipenses 2:5-8, Jesus retorna à Sua glória original (Jo.17:5), sendo exaltado soberanamente, e recebendo um nome que é sobre todo o nome (Fp.2:9-11). Convém salientar que o quarto ser visto por João tinha a aparência de uma águia voando, o que dá a idéia de dinamismo, movimento. O Reino de Deus não é algo estático, mas que deve se manifestar de maneira crescente, até que alcance a plenitude da Terra. Jesus explicou isso em parábolas. Em uma delas, Ele diz que “o reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo. Embora seja a mais pequena de todas as sementes, contudo, quando cresce, é maior do que todas as hortaliças, e se transforma em árvore, de sorte que vêm as aves do céu e se aninham nos seus ramos. Outra parábola lhes disse: O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher toma e introduz em três medidas de farinha, até que tudo seja levedado” (Mt.13:31-33). O que estas parábolas têm em comum com a águia voando? Ambas falam do Reino como uma realidade em franca expansão. O destino da águia são as alturas da terra. E este é também o destino dos cidadãos do Reino de Deus. O que Deus fez com Israel é um sinal daquilo que fará com Sua Igreja:

"Como a águia desperta a sua ninhada, adeja sobre os seus filhotes e, estendendo as suas asas, toma-os, e os leva sobre as asas, assim só o Senhor o guiou, e não havia com ele deus estranho. Ele o fez cavalgar sobre as alturas da terra...”
Deuteronômio 32:11-13a.

Não há mais de um Evangelho. O que existem são os vários ângulos de um mesmo Evangelho. Expressões como “Evangelho da Graça”, “Evangelho do Reino”, “Evangelho Eterno”, “Evangelho da Salvação”, apontam para os vários aspectos do mesmo Evangelho, apresentado por Mateus, Marcos, Lucas, João.

Antigos manuscritos do Novo Testamento trazem gravuras que vinculam os seres viventes do Apocalipse aos quatro evangelhos. Geralmente trazem Marcos sentado sobre um leão; Lucas, sobre um touro; Mateus, sobre um homem; e João sobre uma águia. Há certa verdade por trás desta compreensão, haja visto que, cada um desses escritores sagrados enfatizou uma característica da missão de Cristo.

Marcos, por exemplo, sequer registra o nascimento de Jesus, demonstrando assim que, sua ênfase não recai sobre a encarnação, mas sobre o Reino de Cristo. A prova disso é que, as primeiras palavras que Marcos coloca nos lábios de Jesus são:
 “O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo; arrependei-vos e crede no evangelho” (Mc.1:15). Portanto, parece correto traçar um paralelo entre o Evangelho Segundo Marcos com a figura do Leão de Apocalipse.

A preocupação de Mateus é a de apresentar Jesus como o “Filho do Homem” (ex.:Mt.24:30), e por isso, faz questão de detalhar a Sua genealogia, e Sua gestação, enfatizando assim a Sua humanidade. Nada mais justo do que relacionar o Evangelho Segundo Mateus com a figura do ser vivente cujo rosto era de um Homem.

Já Lucas registra várias profecias do sofrimento e da morte de Cristo, e dedica muito espaço a isso, mostrando que tudo o que Jesus passou visava o cumprimento de tais profecias. À luz disso, parece-nos correto identificar o Evangelho Segundo Lucas com a figura do Touro (Em tempo: o Touro era um dos animais sacrificados de acordo com as prescrições da Lei. Hb.9:13; 10:4).

Finalmente, chegamos a João, e percebemos a sua insistência em apresentar-nos Cristo como Aquele que existe desde a Eternidade (Jo.1:1), sendo, na verdade, igual ao Pai (Jo.10:30). João não parece preocupado com os detalhes que envolveram o nascimento de Jesus. Sua preocupação é a de ressaltar a divindade de Cristo. É também ele quem registra a oração em que Jesus pede ao Pai para que retornasse à Sua glória original (17:5). Diante disso, fica óbvio o motivo pelo qual os crentes primitivos associavam o Evangelho de João com o ser vivente cuja aparência era a de uma Águia voando.


· Adoração e Reconhecimento


João diz que “os quatro seres viventes tinham, cada um, seis asas, e ao redor, e por dentro, estavam cheios de olhos. Não descansam nem de dia nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, e que é, e que há de vir. Quando os seres viventes davam glória, honra e ações de graça ao que estava assentado sobre o trono, ao que vive para todo o sempre, os vinte e quatro anciãos prostravam-se diante do que estava assentado sobre o trono, e adoravam ao que vive para todo o sempre, e lançavam as suas coroas diante do trono, dizendo: Digno és, Senhor nosso e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, pois tu criaste toda as coisas, e por tua vontade existem e foram criadas” (Ap.4:8-11).

Aprendemos com isso que, o objetivo do Evangelho é glorificar ao Deus Triúno, e não ao homem. É por isso que Paulo o chama de “o Evangelho da Glória de Deus” (2 Co.4:4). É a glória que o Evangelho confere a Cristo que faz com que os vinte e quatro anciãos, que representam o povo de Deus em sua totalidade, se prostrem e adorem a Deus. Ao se prostrarem diante d’Aquele que ocupa o Trono, os anciãos lançavam suas coroas aos Seus pés, reconhecendo que toda a autoridade que possuíam derivava-se d'Ele, e que por isso, Ele era o único digno de receber a glória, a honra e o poder. Tal dignidade se deve principalmente ao fato de Ele ter criado todas as coisas por Sua própria vontade. Aqui aprendemos que a adoração que os anciãos fazem é consciente, racional, e deve ser o protótipo do culto que prestamos a Deus (Rm.12:2) Eles sabiam a razão pela qual prestavam culto ao Cristo de Deus. Não o faziam por mero formalismo ou emocionalismo irracional. Sua atitude de reconhecimento e entrega encontra eco na instrução dada por Paulo aos crentes Romanos: “Portanto, rogo-vos, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rm.12:2). Culto racional é todo aquele que encontra uma razão de ser. Pedro diz que devemos estar preparados para responder a todo aquele que nos pedir a razão da esperança que há em nós (1 Pe.3:15). O Apocalipse não se preocupa apenas em pintar um quadro onde os seres celestiais e terrenos adoram a Deus, mas também se preocupa em explicar a razão que os leva a agir assim. Em outras palavras: não basta freqüentar uma igreja, é preciso entender o “por quê” devemos fazê-lo. Não é suficiente que dizimemos, é necessário que saibamos a razão pela qual separamos a décima parte de nossa renda para depositarmos no gazofilácio da obra de Deus. Qualquer atitude de culto deve ser respaldada em razões objetivas, sob pena de ser mero ritualismo, fanatismo ou emocionalismo.

No capítulo quatro de Apocalipse encontramos a primeira razão que nos deve conduzir à adoração: Deus criou todas as coisas, e é a Sua vontade que as mantém existindo. Embora esta fosse uma razão suficiente para O adorarmos, encontraremos ainda outras razões no decorrer de nosso estudo.

postado por Hermes C. Fernandes

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

SOBRE A LEI DA MORDAÇA GAY


A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.

Para ampla divulgação.


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

UMA GERAÇÃO DE JAIROS





PALAVRA MINISTRADA NO CULTO DA FAMÍLIA DESTE DOMINGO 22/11.



MEDITE, ABSORVA, TRANSFORME EM REALIDADE DE VIDA E LIBERE ESSA PALAVRA NA VIDA DE OUTRAS PESSOAS!! SEJA FECUNDO.
SOLA GRATIA.
Pr. Arnaldo de Almeida 

INTRODUÇÃO:  O capítulo cinco de Marcos registra a história de uma família que foi transformada pelo poder de Deus. É a história de Jairo que busca em Jesus a cura para sua filha de doze anos. Jairo representa cada pai e mãe que precisam da intervenção de Deus na vida de seus filhos. Mas Jairo representa também cada marido ou mulher eu precisa de um milagre em seu casamento. Jairo representa os filhos que receberam o encargo de orar pela sua casa. Precisamos hoje de uma geração de Jairos. Mas quem é essa geração?
F.T.: Em primeiro lugar a Geração de Jairo é:
I – UMA GERAÇÃO CONSCIENTE  
Uma Geração consciente de que a morte ronda sua casa(V.23)
A primeira atitude que aquele homem teve foi a de encarar a realidade. Ele teve que reconhecer que havia morte em sua casa. Com certeza, ele teve chances de encontrar-se antes com Jesus, mas estava preso pelo orgulho, pela cegueira, pela religiosidade, ativismo ou até mesmo pelo comodismo. Mas o medo da perda o levou a Jesus.
Você precisa perceber quando a morte está rondando a vida dos seus filhos, o seu casamento e tentado tragar sua família. Parece que muitas pessoas, estão indiferente á presença da morte que entra pela internet, pela televisão, pelos livros, e por causa disse, não têm tido o coração de Jairo para interceder pela sua casa.
Uma Geração consciente da sua impotência (V. 22)
 A segunda realidade com que Jairo se deparou foi a sua impotência. Jairo era um homem importante na sociedade judaica, ele era chefe na sinagoga. Com certeza, a princípio, ele usou todos os recursos que tinha para resolver o problema. Jesus foi a última opção.
Assim como Jairo precisamos ter a consciência de nossa impotência. Não podemos de forma natural evitar a morte. Precisamos da ajuda de Jesus.
Muitos pensam que se tivesse uma condição financeira melhor, se tivesse mais estrutura poderia ter uma família melhor. Mas isso é um equivoco, pois há muitas famílias que têm muito estudo, status social, excelente condição financeira e a morte está presente em suas casas.  Jairo era um homem importante, mas ele foi rápido para perceber, que precisava de ajuda.
F.T.: Em segundo lugar a Geração de Jairos é:
II – UMA GERAÇÃO DECIDIDA  (V.23)
      2.1. Uma geração decidida a interceder diante de Jesus
      2.1.1.Encarar a realidade exige uma decisão: o que fazer? Jairo lembrou-se de Jesus. Embora não tivesse certeza de que Jesus atenderia um pedido seu, ele decidiu correr até Jesus e clamar pela sua misericórdia.
Precisamos de um coração de Jairo para interceder pela nossa casa. Temos que desesperar aos pés do senhor clamando pelos nossos filhos, pelos nossos pais, pelo nosso casamento e pela nossa própria vida.
A nossa geração é conhecida como a geração do materialismo, pois nunca as pessoas viveram em função do consumismo como hoje. Muitos pais sonham em ver seus filhos formados, com uma vida financeira bem-sucedida. Nada de errado, mas quantos sonham que eles sejam homens e mulheres cheios do Espírito de Deus?
 Temos que orar mais pela nossa casa, pela nossa  família. É a oração que afugenta a morte que nos ronda e tenta nos ceifar.
        2.2. Uma geração decidida a ir, e não, delegar
     2.2.2. Jairo poderia ter enviado alguém à procura de Jesus, mas ele decidiu ir pessoalmente. Como chefe na sinagoga, ele com certeza estava acostumado a dar ordens e outros cumprirem-nas sem demora, mas agora ele se dispõe a ir atrás de um desconhecido, mas que representava sua última chance. Ali estava um pai desesperado por Jesus.
Quando se fala da salvação da nossa casa, não podemos delegar essa tarefa para ninguém. Nem mesmo para a igreja. Precisamos ter um coração para clamar.
F.T.: Em terceiro lugar a Geração de Jairos é:
III – UMA GERAÇÃO DETERMINADA  (V.23)
3.1. Determinada a encontrar a Jesus:
      3.1.1. Quando Jairo encontrou Jesus, havia uma grande multidão. Quando a Bíblia fala de multidão você pode acreditar, era muita gente mesmo. Mas Jairo não se intimidou com a multidão. Ele estava determinado a levar Jesus para sua casa.
3.2. Determinada a obter a resposta(v.23)
             3.2.2. Além de prostrar-se aos pés de Jesus, ele suplicou sem cessar. Essa é a atitude de alguém determinado a obter resposta.
    3.3.3. Determinada a ter o milagre(Vv.35,26)
              Enquanto Jairo insistia com Jesus, veio a notícia de que sua filha havia morrida. Mas Jairo decidiu crer no milagre.
Não importa qual seja  a situação do seu casamento, dos seus filhos, de seus pais ou da sua própria vida. Se você se dispuser a crer no seu milagre, é isso que Jesus fará na sua vida.
Precisamos de líderes intercessores; Precisamos de pais intercessores. Que a exemplo de Jairo, você também tenha um coração para interceder pela sua casa.

domingo, 14 de novembro de 2010

ALCANÇANDO O FAVOR DO PAI

MENSAGEM DA PALAVRA DE DEUS PREGADA NO NOSSO CULTO DESTE DOMINGO 14/11
TENDO COM BASE O TEXTO DE GN 8; 1-8 , SOBRE A VIDA DE NOÉ.
É SÓ CLICAR NO LINK PARA FAZER O DOWLOUD.

"PORQUE A PALAVRA DO SENHOR É PROVADA, ELA É UM ESCUDO PARA TODOS OS QUE
NELA SE REFUGIAM''.
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