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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

REDE DE MULHERES



Se relacionar com as pessoas é algo que renova a nossa vida. Muita gente só vê os problemas dos relacionamentos, mas relacionamento é bênção.
Quando uma pessoa se isola do grupo, e você vai conversar com ela qual a primeira queixa dela: “estou cansado, estou sem tempo, estou cheio de problema”.
Muitas vezes você só enxerga o favor de Deus num carro novo, ou numa casa própria, ou num dinheiro extra que chegou. Mas o favor de Deus também é expresso através dos irmãos que ele semeia em nossa vida.
Muitas vezes não desfrutamos mais do Favor do Pai, porque não valorizamos os relacionamentos. Achamos que é perda de tempo conversar, estar juntos, rir um pouco.
Que  você possa construir mais pontes ao invés de muralhas. Que você provoque mais reconciliação ao invés de separação.
Venha estar junto conosco nesse dia especial, para que além de beleza exterior você possa construir pontes, amizades e reconciliação em Deus.

Pra. Paula Almeida
Rede de Mulheres – IPV em Itaguaí

sábado, 29 de outubro de 2011

MINISTÉRIO DE DANÇA

Ministério de Dança - o começo

GRAÇA E PAZ A TODOS AMADOS IRMÃOS, RETORNAMOS AO NOSSO BLOG TRAZENDO NOVIDADES DO QUE ESTÁ ACONTECENDO NA NOSSA IGREJA EM ITAGUAÍ. SEGUE ABIXO VIDEO DOS PRIMEIROS PASSOS DO NOSSO RECEM CRIADO MINISTÉRIO DE DANÇA.

sábado, 27 de agosto de 2011

Deus não está nem ai...

Por Hermes C. Fernandes


Deus não vai perguntar que tipo de carro você costumava dirigir... mas vai perguntar quantas pessoas necessitando de ajuda você transportou.

Deus não vai perguntar qual o tamanho da sua casa... mas vai perguntar quantas pessoas você abrigou nela.


Deus não vai fazer perguntas sobre as roupas do seu armário... mas vai perguntar quantas pessoas você ajudou a vestir.

Deus não vai perguntar o montante de seus bens materiais... mas vai perguntar em que medida eles ditaram sua vida.

Deus não vai perguntar qual foi o seu maior salário... mas vai perguntar se você comprometeu o seu caráter para obtê-lo.


Deus não vai perguntar quantas promoções você recebeu... mas vai perguntar de que forma você promoveu os outros.


Deus não vai perguntar qual foi o título do cargo que você ocupava... mas vai perguntar se você desempenhou o seu trabalho com o melhor de suas habilidades.


Deus não vai perguntar quantos amigos você teve... mas vai perguntar para quantas pessoas você foi amigo.


Deus não vai perguntar o que você fez para proteger seus direitos... mas vai perguntar o que você fez para garantir os direitos dos outros.


Deus não vai perguntar em que bairro você morou... mas vai perguntar como você tratou seus vizinhos.


Deus não vai perguntar quantos diplomas você conquistou... mas vai perguntar como você usou seu conhecimento para o bem comum.


Deus não vai perguntar quantos hectares tinha sua propriedade... mas vai perguntar se você ajudou a proteger o meio-ambiente.


Deus não vai perguntar quantas pessoas você atraiu para a igreja... mas vai perguntar como você influenciou o Mundo à sua volta.


Deus não vai perguntar que herança você deixou para seus filhos... mas vai perguntar
que
legado deixou para as próximas gerações. E eu me pergunto: Que tipo de respostas terei para dar? Talvez Ele nem faça pergunta alguma. Bastaria Seu olhar prescrutante para que todas essas perguntas nos viessem à mente num abrir e piscar de olhos. E você, está pronto pra encontrar-se com Deus?


sábado, 20 de agosto de 2011

DESÂNIMO

Por que as pessoas  ficam desanimadas? Um diz que é por causa do casamento, outros afirmam que estão em dificuldades no trabalho e na igreja, e a lista não pára, porém o real problema, em todos os casos, é um:  desanimo é pecado e o pecado traz desânimo. Pedro ficou extremamente desanimado depois de negar a Jesus e Judas chegou até ao suicidou por conta de sua traição. Davi diz que seus ossos envelheceram enquanto ele ocultou seu pecado. Mas pecado não é apenas homicídio ou adultério, e sim nos relacionarmos de maneira errada com Deus.

Quais são as atitudes erradas que as vezes temos para com Deus que nos levam ao desanimo?

1-Falta de fé
                Jo 16:33 “No mundo, passais por aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”.
                Em II Co 4 Paulo conta o que estava lhe acontecendo e como ele reagia.: “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados... abatidos, porém não destruídos”.
                Abatido pode, mas sem animo não. Visto que na linguagem bíblica abatido é estar sem força, enquanto que desanimado é estar sem fé e tudo que não procede de fé é pecado. Em Tg 1:5-8 o irmão do Senhor associa fé com ânimo.
Na realidade o abatimento é uma condição para Deus agir, pois aí podemos dizer: “Quando sou fraco é que sou forte”. Porém, quando sou desanimado, sou incrédulo, e assim nunca vejo o poder de Deus.
Jz 8:4 diz que o exercito de Gideão “estava cansado, porém perseguindo”.  O abatido e cansado que tem animo luta, mas o desanimado mesmo descansado não guerreia nem com formiga.
Jesus ficou, triste, chorou, mas nunca desanimou (Is 42:4). Se não houver mais sorriso no rosto e nem força nas mãos, porém existir fé no coração, pode ter certeza há esperança para você, pois o justo viverá pela fé e os que esperam no Senhor renovam a suas forças.

2-Falta de Viver Cristo
                “Para mim o viver é Cristo”, foi Paulo quem usou esta expressão, para consolar os filipenses que pensavam que porque ele encontrava-se na cadeia, ele estava infeliz. O apóstolo queria com esta afirmação dizer: “Meu animo vem do Senhor e não das circunstâncias”. Diferente dos ímpios. Eles até são animados, mas somente quando coisas boas os cercam, o animo deles é natural. Se você só se motiva assim, então está agindo como ímpio.
                “Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto”. Deus vai te jogar ao chão, vai te abater, para que seu animo e força natural também caiam por terra. Contudo, é nesta hora que você terá que escolher: fico ali desanimado ou me levanto na força de Cristo. Este foi o caminho trilhado por Davi ao ver sua casa totalmente saqueada pelos amalequitas. Diz a bíblia que ele chorou até não ter mais forças, mas também está escrito que ele se reanimou no Senhor.
                Deus ao criar o homem o colocou num jardim repleto de boas arvores comestíveis e deu tudo para Adão, entretanto bem no meio do Éden o Senhor pôs a Arvore da Vida para dizer: “Desfrute de tudo, fique feliz com tudo, mas que o centro da sua vida seja Eu”.
                As vezes Deus usa pessoas ou sinais para te trazer um animo, mas em outras você precisa seguir a estratégia do Sl 91 e se refugiar no esconderijo do altíssimo, que de tão alto passa por cima de toda dificuldade.

3-Falta de gratidão
                Quando alguém passa na faculdade, compra um carro ou conquista um grande feito, algumas pessoas fazem um culto de ações de graças. Entretanto, o mandamento bíblico é que a gratidão seja algo como o pão nosso de cada dia. E aí surge a pergunta: “Isto deve acontecer mesmo em tempos de perdas e dificuldades?”. Claro, porque só de estar vivo você está no lucro, pois merecia estar no inferno.
                O desanimo surge porque você é ingrato, sempre acha que merecia mais. Por que se chateia com seu carro? Ora, porque acha que merecia um melhor. Por que está infeliz com seu trabalho? Por pensar ser digno de ter algo melhor. No entanto quando você se enxerga como pecador algo maravilhoso começa a acontecer. Você entende que não é digno de nada, portanto tudo que vier será sempre encarado com mais do que o que você merece.
Quando disse não ao pedido de Davi para construir o templo, o homem que venceu Golias não ficou desapontado, pelo contrário, o que ele disse foi: “Quem sou eu Senhor. Se tu não quiseres fazer isto, ótimo, pois tu já me tiraste lá das ovelhas e me trouxeste para o palácio, o que mais eu poderia desejar?”. E não pense que a sua história é diferente, já que ele te tirou da lama do pecado, e  fez sentar-se à mesa com o Rei dos Reis.
“Felizes os pobres de espírito”, disse Jesus. Sabe por que? Por que para o pobre, mesmo as menores coisas se tornam grandes, visto que para quem não tem nada, qualquer presente vira tudo. O pobre não espera receber muita coisa porque não tem condições, sendo assim quando algo de bom lhe sobrevêm, ele fica extasiado. Certa vez eu dei uma bonequinha de presente para uma menininha da igreja. A boneca era simples, mas como a menina era mais simples ainda ela soltou foguetes. Quem não se acha digno nem de comer melado quando come se lambuza, por outro lado, quem se vê merecedor de ingerir apenas comida chique ao comer melado se enraivece.
No Éden o diabo disse: “Tá vendo como seu Deus é mesquinho, Ele criou uma arvore só para dizer que você não pode tê-la”. Ef diz que ações de graças nos enche do Espírito. Se a gratidão atrai Deus, a ingratidão nos aproxima do Diabo. 


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

NAVEGANDO NO BARCO DA VIDA

A vida é uma viagem que pode ser um passeio agradável ou uma excursão turbulenta, tudo isto só é determinado pela nossa atitude e escolhas diante do barco da vida. Mas ao dizer isto, não pense que estou afirmando que se tivermos boas escolhas não haverá tempestades em nossa jornada, mas sim que mesmo em meio a elas poderemos experimentar o melhor de Deus. Deste modo, quero tomar Jonas e Paulo, dois servos de Deus, que estavam viajando cada um em um navio, mas com algo em comum; os dois enfrentaram uma tempestade, mas como a atitude deles era diferente a vida deles também o foi.

Quais as diferenças destes dois homens? Por que um mesmo em meio a tempestade teve uma vida plena, enquanto que o outro terminou seus dias amargurado?

1-Jonas viaja sozinho. Paulo se integra com todos
                Jonas entrou no barco e logo foi se esconder de todos no porão. Paulo por sua vez, fez amizade com todos que encontrava. Com os prisioneiros, com o capitão, com o centurião e os bárbaros da ilha. Jonas não estava nem aí para os outros, Paulo por sua vez se preocupava com os enfermos da ilha de malta, aconselha os prisioneiros a comer e o centurião a não permitir que os marinheiros partissem, enfim, ele se meteu na vida daqueles que passavam por ele, porque sabia que não há vida sozinho, pois você conhece alguém que não gosta de gente e é feliz? Você já reparou que os maníacos são sempre solitários e que os loucos nunca se misturam, antes “vivem no seu mundinho”? Um homem visitava um hospício. O enfermeiro mostrava-lhe pacientemente os vários setores daquela casa. Intrigado com a desproporção entre o numero de funcionários e o de enfermos ali internados, o visitante perguntou: ”Vocês não tem medo de que os internos se amotinem e agridam vocês? Afinal, eles são em numero muito maior!” O enfermeiro respondeu: “Oh! Não. Ninguém precisa ficar com medo. Os loucos nunca se unem”.
                Jonas tem mais amor por coisas do que por gente. Não tá nem aí com a perdição dos ninivitas, porém fica triste com a morte de uma planta que lhe deu sombra. Paulo, não despreza as coisas materiais, contudo valoriza mesmo as vidas: “Senhores, era preciso terem-me atendido e não partir de Creta, para evitar este dano e perda. Mas já agora vos aconselho bom animo, porque nenhuma vida se perderá de entre vós, mas somente o navio”.
Por isto Jonas é amargo, visto que não sabia que a única coisa que nos descansa de verdade são as pessoas. Davi na velhice foi esquentado por uma moça, Paulo se sentiu mais animado ao chegar em Roma porque os irmãos vieram até ele e quando triste, ao invés de tomar remédio ingeriu uma boa dose de vida humana, dizendo que certos irmãos lhe serviam como calmante (Cl 4:11).
Tá cheio de pessoas como Jonas que trocam gente por coisa. É o casal que ao invés de um filho adotam um cachorro. Com isso não tem muita tristeza, mas também não tem muita alegria. É o homem de sucesso que para ganhar o mundo, perdeu a família, e por fim se viu sem a própria alma.
                Jonas fugiu de Deus porque não queria pregar e ver os ninivitas encontrando o favor de Deus. Ele era assim porque tinha um histórico de sofrimento em relação a estas nações pagas: “Assim como outros povos já nos oprimiram, estes também farão o mesmo”. Jonas, portanto não queria converter seus possíveis algozes. Paulo, no entanto, era o contrário, foi para Roma converter os romanos, povo que dominava o seu povo. Não tratemos mal aos outros somente porque os outros nos trataram mal, paguemos o mal com o bem, pois esta conta é sempre mais barata.
                Mario Quintana disse: “O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso”.  Isto é desculpa de fracassado, de pessoas que fazem coisas erradas e não querem ser descobertos e tratados. Quem está em desobediência a Deus tende a se esconder no porão.

2-Jonas usa sua liberdade para fugir do Senhor. Paulo usa sua prisão para fazer a vontade de Deus
A frase acima é o mesmo que dizer: alguns experimentam uma circunstância favorável e ainda assim vivem uma vida desgraçada, enquanto que outros mesmo diante da desgraça transformam a vida numa obra prima.
Muitas das circunstancias que nós vivemos não foram escolhidas e nem determinadas por nós, e com isso muitos só sabem reclamar da própria vida. Jonas não queria ter aquela missão, assim como muitos não desejariam ter o emprego que tem, a cor, a orelha que tem e talvez não esperavam que a vida tomasse o rumo que tomou.  Sendo assim, alguns são como Paulo que mesmo preso foi para Roma como alguém livre, enquanto que Jonas mesmo livre acabou indo preso para Nínive. A circunstancia de Paulo não era das melhores, pois me diga, quem gosta de ser presidiário? Mas como ele viu até nisso a mão de Deus para que cumprisse a vontade do Senhor, pode viver uma vida plena.
Deixe-me dar um conselho simples: mude o que dá para mudar e aceita o que não dá. Se não puder fazer tudo o que quer, faça tudo o que pode. Paulo ensinou isto aos escravos: “foste chamado, sendo escravo? Não te preocupes com isso; mas, se ainda podes tornar-te livre, aproveita a oportunidade. Por que o que foi chamado no senhor, sendo escravo, é liberto do Senhor” (I Co 7:21). É como se o apostolo dissesse: “Dá pra ser livre? Então seja. Senão, saiba que em Cristo, nem as cadeias te prendem, ou seja, as circunstancias não são mais fortes do que sua escolha em fazer da sua vida algo que valha a pena”. Se dá pra mudar de emprego mude, se não dá mude a atitude.

3-Jonas é estúpido. Paulo é cheio de bom senso
Jonas é profeta do Senhor, o Todo-Poderoso, aquele que criou os céus e a terra, que possui os olhos em todos os cantos do cosmos, mas ainda assim diz: “Vou fugir dele”.  Até os ímpios dizem para ele: “Rapaz, os nossos deuses são pequenos. É o deus da terra, o deus do mar. Portanto se erramos contra o deus da terra, fugimos para o mar. Agora, o teu é o Senhor que fez tudo. É muita burrice fugir dele” (Jn 1:9-10).
            Jonas diz: “Deus quer que eu chegue a Ninive. Eu vou chegar de qualquer jeito porque ele é o Todo-Poderoso, mas ainda assim vou atrapalhar”. Paulo diz:  “Deus quer que eu chegue a Roma, eu vou chegar de qualquer jeito porque ele é o Todo-Poderoso, mas ainda assim eu ajudo”.
                Mesmo sabendo que Deus o queria em Roma, ao ver o vento Paulo diz: “Não vamos, esperemos o tempo melhorar”. Noutro momento os marinheiros decidiram pular do barco. Então o apostolo diz para o capitão: “Não deixa não! Senão vamos morrer”. Se o barco era de evangélicos e Paulo diz isto, as pessoas o jogam pra fora na hora: “Sai pra lá que teu nome é Jonas. Qual é, não estamos indo fazer a vontade de Deus? Então não se preocupa com nada rapaz, entrega nas mãos dele”.  Fé hoje virou sinônimo de estupidez.
                Orou para o fulano ser curado, mas ele não foi? Em vez de ficar fazendo confissão positiva: “Estou curado!” e depois morrer culpando a Deus, Paulo aconselha a Timóteo tome um vinhozinho para o estomago. Quer um emprego melhor? Ore a Deus, mas faça um bom currículo. Quer prosperar? Entregue os 10 %, mas administre bem os noventa e nove.
                Se você ama a Deus, eu creio que vai chegar onde Ele quer. Mas lembre-se; com bom senso a viagem é melhor.

4- Jonas é natural. Paulo é espiritual
                Diante da tempestade, todos no barco oravam e jejuavam, menos... Jonas, o profeta.
Paulo é cheio de bom senso, mas isto não o torna um cético. Ele diz que viu anjo. A cobra o pica, ele crê que Deus cura. Agora o interessante de Paulo é o equilíbrio entre bom senso e espiritualidade. Ele olha e avalia o natural da mesma forma que crê no sobrenatural. Espiritual para ver anjo e com bom senso para enxergar ondas.
Agora, no nosso mundo ou temos o grupo dos inteligentes céticos ou dos espiritosféricos ignorantes. Já reparou que este povo que só sabe ver anjo é um tanto problemático e louco e que essa gente que não crê em nada, apenas em sua razão são negativas e amargas? Sim, e desta forma acabam virando Jonas deprimido.

5-Jonas desiste da vida. Paulo tem fé na vida
Jonas ao ver que a coisa estava preta, desiste da vida. Em vez de se arrepender e ajeitar as coisas
dizendo: “As coisas estão assim porque eu estou desobedecendo a Deus. Mas vamos mudar a direção do barco rumo a Nínive, porque as coisas vão melhorar”, ele diz: “Me joguem no mar. Me matem!”. Paulo por sua vez, mesmo vivendo uma tempestade que não foi gerada por ele diz: Vocês deviam ter me ouvido para a gente não quebra a cara. Mas já que viemos e quebramos a cara, animo. Não desistam! Vamos tentar de novo”.
                Pessoas com a atitude negativa diante da vida, jamais vão desfrutar uma viagem gostosa. Antes, são como Jonas, só estão esperando uma oportunidade de morrer.

 Nele, que nos chama para navegarmos no Espírito.
 Pr. Arnaldo de Almeida


               



               



sábado, 6 de agosto de 2011

Cientistas afirmam que fé em Deus pode contribuir na recuperação de doentes




Quem acredita em um Deus benevolente se preocupa menos com as incertezas da vida do que aqueles que creem em uma religião cheia de punições, segundo a pesquisa do Hospital McLean, publicada no "Journal of Clinical Psychology" e que será apresentada nesta sexta-feira no encontro anual da Associação Americana de Psicologia. Os médicos responsáveis pelo estudo acreditam que a crença dos pacientes deve ser mais considerada em seus regimes de tratamento e pedem que os profissionais de saúde as integrem para acelerar a recuperação.
"Muitos não estão preparados para perceber como as crenças espirituais podem contribuir para os estados afetivos e integrar estes temas ao tratamento de forma sensível", escreve o coordenador do estudo, David H. Rosmarin.
A pesquisa tem dados de dois estudos: um deles questionou 332 indivíduos, incluindo cristãos e judeus, a partir de sites e organizações religiosas. O outro pesquisou 125 pessoas em organizações judaicas, mostrando um programa de áudio e vídeo concebido para aumentar a confiança em Deus.
No primeiro caso, os pesquisadores constataram que aqueles que acreditavam em um Deus protetor eram mais confiantes. Já o segundo grupo mostrou um aumento de confiança enquanto clínica e estatisticamente diminuíam as incertezas, preocupações e estresse. O estudo mostra ainda que 93% dos americanos acreditam em Deus ou em um poder superior e que 50% deles consideram a religião muito importante em suas vidas.
"Existem evidências que indicam que muitas áreas da espiritualidade e da religião podem prever o funcionamento psicológico, mas os profissionais de saúde sequer perguntam sobre as crenças das pessoas. É uma loucura, nem perguntamos, não somos treinados para isso. Mas é importante", destaca o pesquisador.
Fonte: O Globo


SÍNDROME DE PETER PAN

Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente. (Efésios 4:14)



Essas palavras de Paulo são reveladoras. Ele diz que não devemos ser “como meninos, agitados de um lado para o outro”(Efésios 4.14). Não podemos permanecer crianças pelo resto das nossas vidas. O não crescimento e não desenvolvimento de um bebê é sinal de algum tipo de enfermidade ou anormalidade. Uma criança saudável e normal cresce e se desenvolve. É isso o que Paulo está dizendo aos cristãos. O novo-nascimento não é o bastante. Precisamos crescer, nos tornar maduros e cada vez mais parecidos com Jesus (Efésios 4.13). Deus não nos salvou e arrancou das garras do diabo a fim de que fôssemos crianças para sempre. Deus não planejou e nem deseja que sejamos bebês ou meninos espirituais por toda a nossa peregrinação nessa terra.

Na verdade, o diabo é quem tem esse desejo e projeto. Se ele não consegue nos aprisionar nas trevas, ele tenta nos aprisionar na infância espiritual. Se ele não consegue impedir-nos de encontrar com Deus, ele tentará impedir-nos de crescer em Deus. Se ele não consegue abortar o nosso novo-nascimento, ele tentará abortar o nosso crescimento. Ele trabalhará de todas as maneiras, usará de todos os seus estratagemas, lançará todos os seus dardos inflamados, enviará todos os seus ventos e sugestões para que permaneçamos simplesmente bebês espirituais, gente que não cresce, doentes na alma e no espírito, velhos no corpo e meninos na fé.

Meninos são fáceis de serem agitados e levados de um lado para o outro. Meninos são facilmente manipulados. Basta vir uma onda mais forte, um vento mais furioso, um argumento – aparentemente – mais convincente, um presente mais bem embrulhado, uma recompensa mais imediata, uma palavra mais colorida e os meninos se deixam levar. Os meninos não se levam a si mesmos, mas são levados pelos outros. São carregados por todos os que simplesmente têm a intenção de carregá-los. Não é necessário muito malabarismo para levar as crianças. As crianças são atraídas por tudo o que parece bonito e traz satisfação imediata. Por isso não é difícil fazer com que os meninos troquem os tesouros do amanhã pelas bugigangas do presente, as promessas de Deus pelas promessas do diabo, a Palavra do Senhor pela palavra do homem, a cidadania nos céus pelos prazeres transitórios do pecado.

Por essa razão, o apóstolo Paulo faz um apelo em prol do crescimento dos cristãos!
 Não basta ter acontecido o novo nascimento; tem que haver crescimento. Jesus não morreu e ressuscitou simplesmente para salvar o ser humano da morte eterna, mas também para salvar o ser humano de uma infância perene. Jesus morreu, ressuscitou e concedeu dons aos homens para eles crescerem e chegarem “à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo” (Efésios 4.13). Nós não nascemos para nãocrescer! Pelo contrário, nós nascemos para nos tornarmos adultos! Enquanto o crescimento é normal, o não-crescimento é sinal de anormalidade. Um bebê que nasce e não cresce é um bebê anormal. Pela fragilidade da sua condição, ele precisa de cuidados especiais a fim de não ser levado de um lado para o outro, de uma enfermidade para outra enfermidade, de uma escravidão para outra escravidão.

Nós precisamos crescer! Não podemos permanecer debaixo da Síndrome e maldição de Peter Pan. Não podemos permanecer debaixo da escravidão de Satanás, sendo crianças por toda a nossa vida cristã. Jesus morreu e ressuscitou para nascermos e crescermos, para passarmos pela infância e chegarmos à maturidade. A nossa conversão e o novo nascimento não são o fim, mas apenas o início da nossa salvação. Nascemos de novo para crescermos de novo. Precisamos crescer até nos tornarmos mais parecidos com Cristo. Jesus é o nosso padrão de crescimento.

Para sabermos o quanto já crescemos,
 basta sabermos o quanto parecemos com Jesus. Não basta dizermos que amamos Jesus, mas sim amarmos com Jesus amou, perdoarmos aos outros com Ele perdoou, relacionarmo-nos com o Pai como Ele se relacionou, obedecermos a Deus como Ele obedeceu, entregarmo-nos em favor dos outros como Ele se entregou, servirmos às pessoas como Ele serviu, desapegarmo-nos do mundo como Ele se desapegou, profetizarmos ao mundo como Ele profetizou, andarmos nessa terra como Ele andou.

QUEIMA DE ARQUIVO


Que dia! Jesus estava exausto. Parecia que ir a Jerusalém não tinha sido uma boa idéia. Já era o último dia da festa dos tabernáculos. Gente de tudo que era lado. Enquanto manteve o âmbito de Seu ministério nas periferias da Galiléia, ninguém se incomodava. Mas agora Ele estava no centro do poder. Sua mensagem era por demais subversiva para ser tolerada. O status quo havia sido desafiado. As autoridades haviam emitido uma ordem de prisão para Ele. Porém, os guardas não conseguiram prendê-lO, não por causa da multidão que O cercava, nem mesmo por não haver qualquer acusação formal contra Ele, mas simplesmente por ouvirem de Seus lábios palavras jamais ditas por um ser humano.

Naquele dia, Jesus foi duramente julgado e criticado pela elite religiosa de Jerusalém, que sentia-se ameaçada por Sua crescente popularidade. A bem da verdade, Seu ministério havia sofrido uma guinada recentemente. Muitos dos Seus discípulos O haviam abandonado (Jo.6:60-69), alegando que Seu discurso estava ficando muito duro. Seus irmãos carnais revelaram sua incredulidade quanto à Sua identidade divina (Jo.7:1-5). Chegando em Jerusalém de surpresa, percebeu que Sua fama O havia precedido.

Poderia se dizer qualquer coisa acerca d’Ele, menos que era uma unanimidade. Se para uns, Ele era “o cara”, para outros não passava de um enganador (Jo.7:12). Lá sofreu todo tipo de preconceito e discriminação. Julgaram-nO por não ter uma educação formal (v.15). Chamaram-nO de endemoninhado (v.20). Tentaram desacreditá-lO por causa de Sua origem galiléia, já que de lá não se podia esperar nada que prestasse (Jo.1:46), quanto mais um profeta (vv.41,52). Tentaram desclassificá-lO de todas as maneiras. Sua popularidade estava altíssima, mas Sua credibilidade posta em xeque. 

Depois de um dia como aquele, nada melhor que recostar a cabeça no travesseiro e tentar esquecer os problemas. Embora tenha sido esta a pedida dos Seus discípulos e oponentes, Ele preferiu retirar-Se para orar. 
Após uma noite em vigília, Jesus aparece no templo logo nas primeiras horas. Ele tinha uma agenda a cumprir, e não seriam as críticas e tentativas de prendê-lO que a alteraria. 

Enquanto ensinava cercado de uma multidão, a elite religiosa se aproxima e O interrompe com uma importante questão que precisava ser equacionada. No meio daquela turba raivosa, uma mulher pega em flagrante adultério. Pelo jeito havia provas suficientes para incriminá-la. Quem a flagrara estava ali para prestar depoimento. De acordo com a Lei, ela deveria ser executada sumariamente, e a pena prescrita era o apedrejamento.

Porém antes de executá-la, alguém teve a “brilhante” idéia de usá-la para incriminar Jesus. Cairiam dois coelhos com um única cajadada. Aqueles homens sabiam que para deter aquele mestre galileu, precisavam mais que uma ordem de prisão. Aquela era a oportunidade de enredá-lO com Suas próprias palavras. Caso caísse na armadilha, eles O prenderiam sem titubear, pois teriam motivos razoáveis para isso. 

Era, de fato, uma sinuca de bico. Se Jesus Se pronunciasse contrário ao apedrejamento, Ele seria acusado de obstrução da lei, e isso resultaria em Sua prisão imediata. E se Ele Se pronunciasse a favor da execução, Ele seria acusado de incoerência com aquilo que pregava. Isso fatalmente afetaria Sua credibilidade e popularidade. 
Jesus estava sob pressão. Tinha que escolher de que lado ficaria, do lado da Lei ou da mulher.

Qual foi Sua reação? Jesus inclinou-Se e começou a escrever na terra, como fazem as crianças. Aliás, é a única vez nas Escrituras em que Jesus aparece escrevendo algo. Em vez de caneta e papel, o mestre preferiu usar o dedo e a terra. Não me pergunte o que escreveu, pois ninguém seria capaz de precisar. Porém, arrisco um palpite. Talvez Ele escrevesse os pecados daqueles que a condenavam.

Atrevo-me a sugerir que dentre seus algozes, havia quem já houvesse usufruído da vida promíscua daquela mulher. Jesus Se deu conta de que o que estava prestes a ocorrer ali, em pleno templo, era uma queima de arquivo. Aquela mulher sabia demais. Se fosse hoje, bastava encontrar sua agenda telefônica, para deparar-se com o número de muita gente importante. 

Jesus identificou-Se com ela. Não com os seus pecados, mas com a discriminação que sofria. Pela primeira em sua vida, ela se sentia amada e protegida. Em vez de revidar, negar as acusações, e até denunciar os que com ela já havia se deitado, aquela mulher preferiu confiar no veredito de Jesus.

Acho até que a mensagem que Jesus proclamara um dia antes, em plena fervecência da festa, teria sido ouvida por ela, ou ainda, dirigida especialmente a ela. Digo isso por notar o quanto aquela mensagem parecia com a que Jesus transmitira a outra mulher cuja vida também era regida pela promiscuidade (Repare na coincidência: Jo.4:13-14 e Jo.7:37-38).

Agora Jesus teria que salvá-la, mas sem ser condecendente com seus pecados. Suas sábias palavras ecoariam pela história:“Aquele que dentre vós não tiver pecado, atire a primeira pedra” (Jo.8:7).

Alguém se habilita?

O mestre segue escrevendo na areia. De repente, ouve-se um barulho. Eram pedras caindo, uma a uma. O único com autoridade moral para lançar a primeira pedra, abdicara-Se deste direito. “Pode algum de vós acusar-me de pecado?”, perguntou no mesmo discurso (v.46).

Quem ousaria contestá-lO? 

Ah se os cristãos de hoje aprendessem a posicionar-se como seu Mestre! Ele jamais Se preocupou em ser politicamente correto. Nunca posicionou-Se por uma ideologia. Grupo algum tem procuração pra falar em Seu nome. Não queiram usá-lO em suas propagandas políticas ou ideológicas. Não coloquem em Seus lábios palavras que Ele jamais pronunciou. Ele segue sendo contra a prostituição, mas jamais deixará de posicionar-Se pelas prostitutas. Ele segue condenando o aborto, mas acolhendo aquelas que na hora do desespero o praticaram. Ele não endossa a vida promíscua nem de héteros, nem de homossexuais, porém, não subscreve atitudes homofóbicas. 

Não conte com Ele para participar de nenhum linchamento moral.

Ele Se identifica sempre com os oprimidos, jamais com os opressores. Com os condenados, não com os seus algozes. Com os discriminados, e não com os preconceituosos.

Ele não apaga arquivos! Ele apaga pecados!

Os que pretendiam apedrejá-la, saíram de fininho. Mas as pedras ali ficaram, a espera de quem se habilitasse a usá-las. 

O que poucos percebem é que no final de Seu discurso, tomaram as mesmas pedras que seriam destinadas àquela mulher, para apedrejá-lo (Jo.8:59).

Quem diria… o que deveria ser Casa de Oração, tornara-se CASA DE EXECUÇÃO…

Que dia… hein Jesus?

quinta-feira, 23 de junho de 2011

VIDA APÓS A MORTE

Em Hebreus 9.27 está escrito que aos seres humanos está ordenado morrerem uma vez. Depois disso, vem o juízo. Mas isso não quer dizer que, imediatamente após a morte, as pessoas são levadas a um julgamento. O que acontece entre a morte e o Juízo Final?

Embora a vida após a morte ainda seja um mistério para nós, a Bíblia fornece-nos detalhes importantes a respeito do estado intermediário. Todas as pessoas, ao morrerem — salvas ou perdidas —, ficam sob o controle de Deus (Ec 12.7; Mt 10.28; Lc 23.46). Os salvos em Cristo são levados ao Paraíso, no Céu (Fp 1.23; 2 Co 5.8; 1 Pe 3.22). E os ímpios vão para o Hades (hb. sheol), que não é a sepultura, e sim um lugar de tormentos (Sl 139.8; Pv 15.24; Lc 16.23).

Nos tempos do Antigo Testamento, Paraíso e Hades ficavam na mesma região. Eram separados por um abismo separador intransponível (Lc 16.19-31). Ao morrer, o Senhor Jesus desceu em espírito a essa região e transportou de lá os salvos para o terceiro Céu (cf. Mt 16.18, Lc 23.43, Ef 4.8,9; 2 Co 12.1-4). Quanto aos ímpios, permanecem no Hades (uma espécie de ante-sala do Inferno), o qual não deixa de ser “um inferno”, um lugar de tormentos para a alma (Lc 16.23).

Conquanto, em algumas passagens da Bíblia, o vocábulo grego hades tenha sido traduzido para “inferno”, o Hades e o Inferno final não são o mesmo lugar. O Inferno final é chamado de Lago de Fogo (Ap 20.14,15 [gr. limnem ton puros]); de “fogo eterno” (Mt 25.41 [gr. pur to aiõnion]); de “tormento eterno” (Mt 25.46 [gr. kolasin aiõnion]); e de Geena (Mt 5.22; 10.28; Lc12.5).

Diferentemente do Hades, o Inferno final está vazio. O seu povoamento começará quando Cristo voltar em poder e grande glória e lançar o Anticristo e o Falso Profeta no Inferno (Zc 14.4; Ap 19.20). Em seguida, os condenados do Julgamento das Nações irão para “o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos”, “o tormento eterno” (Mt 25.41,46). Mais tarde, será a vez do Diabo e seus anjos conhecerem o lugar para eles preparado (Ap 20.10). E, finalmente, após o Juízo Final, todos os ímpios estarão reunidos no Inferno final (Ap 20.15; 21.8).

Em Apocalipse 20.13 está escrito que o mar dará os mortos que nele há. E Jesus também afirmou que “vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz” (Jo 5.28). Onde quer que estiverem, os pecadores ressuscitarão para comparecer diante do Trono Branco. Segundo a Palavra de Deus, a morte (gr.thanatos) e o inferno (gr. hades) darão os seus mortos, os quais, após o
Juízo Final, serão lançados no Lago de Fogo.

O vocábulo “morte”, em Apocalipse 20.13,14, tem sentido figurado. Trata-se de uma metonímia (figura de linguagem expressa pelo emprego da causa pelo efeito ou do símbolo pela realidade), numa alusão a todos os corpos de ímpios, oriundos de todas as partes da Terra, seja qual for a condição deles. Há pessoas cujos corpos são cremados; outras morrem em decorrência de grandes explosões, etc. Todas terão os seus corpos reconstituídos para que, em seu estado tríplice (pleno), espírito + alma + corpo (cf. 1 Ts 5.23), compareçam perante o Juiz.

Entretanto, para que os ímpios compareçam ao Juízo Final em seu estado pleno, acontecerá a reunião de espírito, alma e corpo, os quais se separam na morte. Daí a menção de que “a morte” e também “o inferno” darão os seus mortos (Ap 20.13). Aqui, “inferno” é hades, também empregado de forma metonímica. A “morte” dará o corpo. E o “Hades”, a parte que não está neste mundo físico, isto é, a alma (na verdade, alma + espírito).

Com base no que foi dito acima, podemos entender melhor a frase “a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo” (Ap 20.14). Isso denota que os corpos e as almas dos perdidos — que saíram do lugar onde estavam e foram reunidos na “segunda ressurreição”, a da condenação (Jo 5.29b) —, depois de ouvirem a sentença do Justo Juiz, serão lançados no Inferno propriamente dito, o Lago de Fogo.

Segue-se que a frase “a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo” tem uma correlação com o que Jesus disse em Mateus 10.28: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno [geena] tanto a alma como o corpo” (ARA). Ou seja, as almas (“o Hades”) e os corpos (“a morte”) serão lançados no Geena.

E quanto aos que têm morrido salvos, em Cristo? Graças a Deus, nenhuma condenação há para eles (Rm 8.1). Serão julgados também, é evidente, logo após o Arrebatamento da Igreja, mas apenas para efeito de galardão (Rm 14.10; Ap 22.12). Depois da ressurreição dos que morreram em Cristo, nunca mais haverá morte, o último inimigo a ser vencido (1 Co 15.26).

Apesar de já se encontrarem na presença de Deus, os salvos mortos em Cristo ainda não estão desfrutando do gozo pleno preparado para eles. Isso só acontecerá depois da ressurreição (1 Co 15.51). Seu estado agora é similar ao daqueles mártires que morrerão na Grande Tribulação (Ap 6.9-11). Esta passagem e a de Lucas 16.25 indicam que, no Paraíso, os salvos são consolados, repousam, estão conscientes e se lembram do que aconteceu na Terra (Ap 14.13). Contudo, após o Arrebatamento, estarão — no sentido pleno — “sempre com o Senhor” (1 Ts 4.17).

Em 1 Tessalonicenses 3.13 está escrito: “que sejais irrepreensíveis em santidade diante de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, com todos os seus santos”. Isso significa que os santos, de todas as épocas, que estão com o Senhor, no Paraíso, virão com Ele, no Arrebatamento da Igreja. Como assim? O espírito e a alma (ou espírito + alma) deles se juntarão aos seus corpos, na Terra, para a ressurreição, num abrir e fechar de olhos (1 Co 15.50-52).

Consolemo-nos com estas palavras (1 Ts 4.18). Aleluia! “Ora, vem, Senhor Jesus” (Ap 22.20).
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quinta-feira, 16 de junho de 2011

QUALIDADE DE VIDA

Vivemos dias aonde as pessoas buscam viver cada vez mais e melhor. Seguindo essa tendência
de  bem estar, muito se tem falado sobre os mais variados temas relacionados à saúde  e
qualidade  de vida das pessoas; alimentação, exercícios, prevenção de doenças relacionadas
Ao cigarro, ao sedentarismo, etc. Todo esse esforço é valido,  visando uma longevidade maior.
Meditando sobre isso, me veio a memória o salmo 37, aonde o salmista nos mostra algumas direções muito fortes para que tenhamos essa qualidade de vida a luz de Deus:
‘’Confia no Senhor e faça o bem, habitarás na terra e verdadeiramente serás alimentado.’’( v.3)
Isso é qualidade de vida! Confiar em Deus é o primeiro passo para vivermos bem. Viver bem primeiro com nós mesmo, ( paz interior) e também com o mundo(nosso próximo).
Esse versículo sintetiza todo salmo e nos mostra o quanto é fundamental o fato de confiarmos em Deus e na sua palavra.
Mas sempre que surge a questão de “ confiar em Deus”, surge também a pergunta: o que é confiar em Deus, ou como confiar em Deus?  Acredito que a resposta para essa pergunta segue-se nos versículos seguintes deste salmo, na qual o salmista nos traz como revelação três níveis de relacionamento com Deus, que nos levam a entender um pouco mais sobre confiança. Gostaria de usar como analogia para isso o namoro, o noivado e o casamento para melhor compreendermos a palavra.
‘’Deleita-te no Senhor...’’ (v.4)
Esse é o primeiro nível de um relacionamento que nos leve a confiar em alguém. Deleitar é o mesmo que ter prazer, ou seja, se agradar da companhia de Deus, da sua presença. Não há como avançarmos para níveis maiores de confiança se não há deleite em Deus, se não há prazer nas coisas que pertencem a Ele. “ Alegrei-me quando me disseram: vamos a casa do Senhor (sl 122). “ Quão amáveis são teus tabernáculos, minha alma desfalece pelos teus átrios(sl 84). Quando estamos apaixonados por alguém( namoro) não conseguimos ficar um minuto longe desse amor( sl 42).
‘’Entrega o teu caminho a Ele...’’ (v.5)
Aqui já estamos avançando para um outro nível de relacionamento com o Senhor, quando o namoro amadurece, ele segue em direção a um noivado e esse é concretizado com uma aliança. Aliança fala de fidelidade, que nos levará a uma vida dedicada ao ‘’noivo’’(Jesus), e aos preparativos para o casamento. Como se dedicar? Como se preparar?
‘’Buscai o Senhor enquanto se pode achar...’’(Is 55;6). Neste nível de relacionamento a chave é a oração, é lançar sobre Ele toda nossa ansiedade pois Ele tem cuidado de nós( IPe 5;7), é deixar de lado nosso desespero de querer ‘’ter’’ ou ‘’ser’’ (Mt 6;27-30), e nos entregarmos a Ele em aliança(noivado) e Ele se tornar a  nossa justiça.(Rm 8;31)
                                                    ‘’descansa no Senhor...’’ (v.7)
Descanso é o nível máximo da confiança, é o casamento, o compromisso maior( Hb4;9). Isso fala de paz no coração diante dos problemas e tribulações da vida, pois, aonde à satisfação na presença de Deus e entrega total, não a lugar para o medo(I Jo 4;18). Como Jesus, que andava em amor junto ao Pai, e por conta desse amor não temia; dormiu no barco mesmo em meio à tempestade. E por que dormiu? Por que confiava no amor do Pai, podemos observar que a primeira pergunta feita por ele ao acordar com os gritos dos discípulos foi:
Por que temeis? Não tenha medo ó pequeno rebanho!(Lc 12;32). Deus estabeleceu uma aliança com a humanidade, aliança essa feita através do sangue de Jesus(Mt 26;28), e se você ainda não disse sim para esse convite de casamento com Jesus, hoje é o dia de você dizer sim!
Casa-se com Ele e experimente um tempo novo na sua vida, tempo de paz e de alegria na ‘’confiança’’ Daquele que tudo pode fazer.
Lembre-se qualidade de vida começa com  “C” de confiar em Deus.

Soli deo glori.
Pr. Arnaldo de Almeida


quarta-feira, 15 de junho de 2011

sexta-feira, 10 de junho de 2011

PERDENDO O FOCO



É com essa frase que Deus colocou em meu coração que eu dou início a esse texto. Foco!! Qual tem sido o nosso? Ser conhecido ou fazer Deus conhecido? Qual é a motivação do nosso coração em fazer as coisas para Deus? Será que é para Ele mesmo? Ou na verdade é uma desculpa para fazer algo para alimentar o nosso ego? Qual é a motivação do nosso blog? Da nossa dança? Da nossa música? O que se passa em nosso coração? Será que o nosso foco está em Deus, ou, em nós mesmos?
“Como você caiu dos céus, ó estrela da manhã, filho da alvorada! Como foi atirado à terra, você, que derrubava as nações! Você que dizia no seu coração: “Subirei aos céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembléia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo”. Mas às profundezas do Sheol você será levado, irá ao fundo do abismo! Isaías 14:12-14
Satanás se achava! Ele queria ser maior que Deus! Pensa num cara orgulhoso, mala, metido e cheio das firulas! Esse cara é satanás! Ele queria a atenção toda para ele! Ele queria a glória! E ele caiu por esse motivo, ele é um anjo caído, e infelizmente irmãos, muitos crentes estão caindo pelo mesmo motivo, querem fama, querem os olhares das pessoas, e acabam perdendo o foco! E quando perdemos o foco, estamos nos assemelhando mais a satanás do que a Deus, e isso não é legal! Misericórdia!
Precisamos colocar o nosso coração no lugar certo, todos os dias! Para que não possamos ficar com aquilo que não é nosso, toda a glória, louvor e honra pertencem a Deus, não a nós! Que sejamos instrumentos de Deus para que o Nome Dele seja glorificado, mas que possamos saber o nosso lugar diante de Deus e das pessoas! Não somos melhores e nem piores do que ninguém, o que somos hoje, somos pela graça de Deus em nossas vidas!
“Eu sou o Senhor; esse é o meu nome! Não darei a outro a minha glória nem a imagens o meu louvor.” Isaías 42:8 
Deus não divide a sua glória com ninguém, não fique com aquilo que não é teu! A glória não pertence a gente! Toda honra, toda glória e todo louvor sejam ao Senhor Jesus Cristo! Ontem, hoje e sempre!
Receber elogios não é pecado, é muito bom receber elogios, porém, devemos saber lidar com eles, e a melhor maneira de saber lidar com elogios é, reconhecer quem Deus é e quem nós somos! Ou seja, Deus é o Cara, e sem ele não somos nada! E é verdade gente! Se tudo o que fazemos ou somos não for para Deus, então é em vão! Quando somos cheios de nós mesmos, somos cheios de nada! Por isso, precisamos nos esvaziar para sermos cheios de Deus!
Receber elogios é uma oportunidade para glorificarmos a Deus e dar testemunho daquilo que Ele é e tem feito em nossas vidas!
Eu fico muito triste de ver o evangelho perdendo o foco! Os dons e talentos dados por Deus sendo usados de maneiras egoístas, da forma errada, com o objetivo errado! As pessoas querem o palco, e não a cruz! Sendo que, precisamos aprender com Jesus, e Ele não foi para o palco, ele foi para a Cruz! Jesus se esvaziou, deixou o seu trono de glória, e se fez como nós, sofreu e morreu por nós! Mas o que temos feito? Não... continua... 

terça-feira, 7 de junho de 2011

A VIDA POR UM FIO

Que vida frágil a nossa. Tudo pode ruir, desmoronar, ganhar outro rumo, seja para o bem, seja para o mal, da noite para o dia, em questão de segundos:
Tentações súbitas que o acometem e que poderiam jogar no lixo sua reputação, fazendo com que pessoas não creiam que você crê.
Ciladas que são plantadas, nas quais, sua inocência, fica nas mãos de uma única testemunha, que se não tiver caráter suficiente, permitirá que seja lançada sombra de dúvida sobre sua integridade.
Pessoas que poderiam pegar fato do seu comportamento que não depõe contra o todo, e torná-lo público, como se você fosse o que aparentemente demostrou ser num mal momento da sua vida.
Doenças que poderiam ter sido fatais.
Acidentes que por muito pouco não ceifaram sua vida.
Decisões aparentemente racionais que teriam remetido seu trabalho para a irrelevância.
Inimigos que poderiam ter dado, literalmente, cabo de você.
Declarações infelizes que teriam exposto sua vida ao menosprezo e descrédito públicos.
Associação com mau caráter que entrou na sua vida devido à sua ingenuidade e credulidade. 
Oportunidades que aparecem na vida de um ser humano de modo raríssimo desperdiçadas por você.
Se o Senhor não guardar a cidade em vão vigia a sentinela. Que sejamos gratos por Ele nos conduzir na travessia deste grande e terrível deserto de serpentes abrasadoras.  

Antônio Carlos Costa



quarta-feira, 1 de junho de 2011

FRUTIFICAÇÃO


Frutos! Muito tem sido dito acerca disso.
O fruto é o que se espera de uma árvore. Cada árvore deve produzir de acordo com sua espécie. Portanto, seus frutos denunciarão qual é sua verdadeira natureza. Jesus deixou isso muito claro: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Do mesmo modo, toda árvore boa produz bons frutos, e toda árvore má produz frutos maus. Não se pode a árvore boa produzir maus frutos, nem a árvore má produzir frutos bons”(Mt.7:15-18).

Em outras palavras, não se deixe enganar pela aparência, pela voz suave, pelo jeito cativante. Verifique os frutos, não apenas a curto prazo, mas também a médio e longo prazo. Jesus também alerta sobre isso: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi, e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça (Jo.15:16a).

Portanto, não importa apenas a quantidade de frutos, mas também sua qualidade. Se o fruto dado não resiste ao tempo, é sinal de que há algo errado com a árvore.

Éramos todos ramos de uma árvore chamada Adão. Tudo o que produzíamos já vinha bichado, apodrecido pelo pecado. Paulo levanta a questão: “E que fruto tínheis então das coisas de que agora vos envergonhais? pois o fim delas é a morte” (Rm.6:21). A seiva de que nos nutríamos estava comprometida. Mas Deus nos removeu dessa árvore e nos enxertou numa nova árvore, a saber, Jesus Cristo, a Videira Verdadeira. Esta o operação de remoção e enxerto pode ser chamada de “arrependimento”.

O que Deus espera de nós, agora? Que produzamos “frutos dignos de arrependimento” (Mt.3:8). Tais frutos apontam para o conjunto de nossa vida, e não apenas para as ofertas ou pessoas que trazemos à igreja. A maneira como tratamos nosso cônjuge, nossos filhos, colegas de trabalho, e até com os nossos inimigos, como lidamos com a possessão de bens materiais, como reagimos a uma crise, etc. Enfim, nosso comportamento vai revelar de que árvore somos ramos e de que seiva temos nos alimentado.

O apóstolo Paulo chama este conjunto de “o fruto do Espírito”. Em vez de usar a palavra grega  γέννημα (gennēma), traduzido geralmente como “ frutos” (plural), ele usa καρπός (karpos), que geralmente é traduzida como “fruto” (singular). O que ele tem em mente é um cacho de uvas (lembre-se que Cristo se apresenta como a Videira).Cada uva é uma gennēma, mas o cacho inteiro é um karpos. Você nunca vai encontrar um cacho de uvas com espaços vagos. Da mesma maneira, quando somos partícipes da Videira Verdadeira, Sua seiva que é o Espírito Santo produz em nós o fruto completo: “Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gl.5:22-23).

Há uma lista parecida oferecida por Pedro (2 Pe.1:5-7), onde ele termina dizendo:“Pois se em vós houver estas coisas em abundância, não vos deixarão ociosos nem infrutíferos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo” (v.8).

Aquele que estando n’Ele não dá o fruto esperado, recebe d’Ele o trato necessário. Segundo Jesus, quem não dá fruto é cortado, pois ocupa inutilmente o espaço (Mt.21:43), enquanto quem produz é podado pra que produza ainda mais. Ninguém fica imune à tesoura do podador (Jo.15:2). O que demonstra que Deus Se importa tanto com a qualidade de nossos frutos, quanto com a quantidade de nossa produção.

Pr. Hermes Fernandes.




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