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quinta-feira, 28 de abril de 2011

SOB A LUZ DE DEUS



‘’... Na tua luz, veremos a luz.’’ ( Sl 36;9 )
Quando entramos numa casa mal iluminada, enxergamos os móveis
No lugar, nada parece estar errado, fora de ordem ou mesmo sujo.
Mas quando colocamos uma Luz mais forte e observamos com mais
Clareza o ambiente, poderemos notar detalhes que antes passavam
Despercebidos. Paredes sem reboco, mesa empoeirada, tapetes sujos,
A casa que antes parecia tão limpa e organizada agora se revela suja
E bagunçada. É exatamente isso que acontece quando nossa vida é
Iluminada pela luz de Deus. A palavra nos diz: ‘’Pois o espírito do
Homem é a lâmpada de Deus’’( Pv 27;20 ). Ou seja: Deus criou cada
Um de nós com uma capacidade mínima  de entendimento espiritual.
Só que essa capacidade por si só é muito pequena para que possamos
Discernir nossos caminhos, sondar nossa vida ou mesmo avaliar nossas
atitudes aos olhos de Deus. É por isso que o salmista clama: ‘’ envia a
tua Luz...’’, ele pede que Deus possa lhe dar iluminação, clareza de
entendimento para que ele pudesse ver( entender) a “LUZ’’(verdade).
Jesus disse: Eu Sou a Luz do mundo, aquele que está em Mim não andará
 Em trevas, mas terá a Luz da Vida. ( Jo 8;12 ). Muitas vezes a nossa vida
Parece  aos nossos próprios olhos justa, correta e limpa pelo fato de
Sermos pessoas do bem. Mas como a palavra nos ensina, ... todos os
Nossos atos de justiça própria são diante de Deus como panos imundos,
... nossas iniqüidades nos levam para longe... de Deus ( Is 64;6 ) quem
Pode conhecer os seus próprios erros? ( pecados), livra-me daqueles
Que eu nem conheço ( Sl 19;12 ). Quando voltamos o nosso coração a
Deus e, oramos com sinceridade como o salmista o Espírito Santo entra
Em ação! Aumentando a intensidade da Luz que já está em nós e trazendo também a revelação da vontade de Deus, que é boa, agradável
E perfeita ( Rm 12;2 ). Todos os pecados ocultos, falhas e fraquezas são
Trazidos a Luz de Deus e, nesse momento conseguimos nos enxergar
Com os olhos de Deus. Então entendemos a nossa natureza caída , voltada para o pecado, podemos então pela fé nos arrepender, e
Confessar nossos pecados, pois ele é fiel e justo para nos perdoar(I Jo 1;9). Só assim seremos plenamente restaurados pelo Senhor Jesus.

‘’ Se andarmos na luz como Ele na luz está, temos comunhão uns com
Os outros, e o sangue de Jesus nos purifica de todo pecado’’( I Jo 1;7).
NELE, que é a verdadeira Luz.
Pr. Arnaldo de Almeida


sábado, 23 de abril de 2011

UM SONHO, UMA ESTRADA, UMA REVELAÇÃO


Outro dia tive um sonho. Sonhei que caminhava por uma estrada cheia de buracos que se perdia no horizonte.
Eu estava cabisbaixo, triste e descalço. De todos os lados dessa estrada havia muita vegetação coberta de poeira que era levada pelo vento. Notei de repente que a cada dez ou doze passos que eu andava algo novo acontecia. Já não estava mais triste e cabisbaixo. Meus pés agora estavam calçados, os buracos da estrada haviam sumido, e, pouco a pouco a poeira das plantas ia evaporando como o orvalho da manhã.
Apertei mais o passo, e a estrada ia se tornando cada vez mais maravilhosa diante dos meus olhos; flores brotavam, árvores frutíferas surgiam a todo momento em grande quantidade, como num filme acelarado. Eram goiabeiras, figueiras, mangueiras, enfim, uma infinidade de árvores frutíferas.
Percebi então que a estrada na minha frente ia se levantando, lenta e sinuosamente, de maneira que eu já não conseguia mais ver o outro lado dela. Foi quando avistei uma luz, que no princípio era fraca e sem brilho. Mas à medida que eu me aproximava ia aumentando cada vez mais. Andei mais depressa. Corri. A luz aumentava. Corri mais depressa ainda. Estava quase chegando. Quando finalmente me aproximei para ver o que era aquela luz no fim da estrada, acordei!
Moral da história: Na vida nem sempre se consegue o que quer, mas se ficarmos parados na nossa ‘’estrada’’, olhando para trás, jamais realizaremos nossos sonhos e ideais.
SIGA EM FRENTE COM JESUS.

Pr. Arnaldo de Almeida.

AS FACES DO TEMPO



O tempo pode ser definido como “1. A sucessão dos anos, dias, horas, etc., que envolve a noção de presente, passado e futuro. 2. Momento ou ocasião apropriada para que uma coisa se realize. 3. Época, estação” (Aurélio).
Há quatro coisas que podemos considerar acerca do tempo.

O tempo cura
Há um antigo ditado popular que diz: “O tempo é o melhor remédio”. E é mesmo! Nada melhor que o tempo para curar a dor de um coração abatido e dilacerado por uma perda significativa. As feridas da dor geralmente são cicatrizadas pela soma dos dias. Graças ao tempo suportamos as tristes lembranças do passado e adquirimos forças para seguirmos em frente. É no decorrer do tempo que somos motivados a continuar vivendo sem perder a esperança. 
O tempo ensina
“O tempo é o melhor mestre”, disse Johannes Peter Schimitt. O tempo nos ensina a crescer e nele aprendemos com nossos erros e acertos. O tempo nos torna maduros e experientes. Além disso, o tempo mostra que vale a pena prosseguir adiante apesar dos percalços da vida. Ele indica que quando uma porta se fecha muitas outras se abrem. São as oportunidades que surgem como bálsamo da alma. Nada nos acontece por acaso. As lições do tempo são para uma vida melhor e feliz. O tempo é um instrumento de Deus para o aperfeiçoamento e progresso da nossa vida enquanto ainda estamos neste mundo.
O tempo não erra
O tempo não erra e nem comete injustiça. Cedo ou tarde a verdade aparece, pois não há nada encoberto que não seja revelado (cf. Lc 12.2). O que fizemos ou recebemos de certo ou errado um dia será recompensado ou condenado. O tempo é justo. James Balmes disse corretamente que o tempo é o grande juiz de todas as opiniões. E isso não é tudo: Às vezes não entendemos porque certas coisas nos acontecem, e porque de repente tudo parece virar de ponta cabeça. Mas um dia vamos ter a resposta. Por isso, para quem se sente injustiçado e prejudicado por alguém, tirar desforra de ofensa não é a melhor saída. É preciso ser paciente, confiar e descansar em Deus, pois ele é o Senhor do tempo e da justiça.
O tempo é valioso
“O tempo é a moeda de sua vida. Tenha cuidado para não deixar que os outros a gastem por você” (Carl Sandburg). “O tempo realmente vale ouro. Matar o tempo é um crime” (Monteiro Lobato). “O tempo passa rapidamente. Não podemos economizá-lo nem comprá-lo. Resta-nos utilizá-lo de uma maneira saudável enquanto ele transcorre” (Paul E. Holdcraft). Uma das coisas mais desperdiçadas na vida é o tempo. O tempo exige disciplina a fim de ser bem administrado. “Os homens eminentes nunca se queixaram de falta de tempo. Alexandre, o Grande, e João Wesley realizaram todas as suas gigantescas obras nas comuns 24 horas de cada dia” (Fred Smith). Tanto o jovem quanto o idoso precisam utilizar o tempo com inteligência e sabedoria. Assim orou Moisés: “Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio” (Sl 90.12). Não desperdice seu tempo. “A própria eternidade não poderia recobrar os minutos já perdidos” (Johann Schiller). “Se amais a vida, não desperdiceis o tempo, que é a teia da existência. A preguiça tudo dificulta; o trabalho tudo facilita” (Benjamin Franklin).
O tempo é demasiadamente lento – para os que esperam; veloz – para os que temem; prolongado – para os que sofrem; curto – para os que se divertem; mas, para os que amam, o tempo não conta” (Henry van Dyke).

Rev. Josivaldo frança

segunda-feira, 18 de abril de 2011

CONHECENDO O PROPÓSITO DE DEUS

GRAÇA E PAZ AMADOS IRMÃOS E VISITANTES DO NOSSO BLOG. ESTAMOS POSTANDO HOJE MAIS UMA MENSAGEM EM AUDIO DA PALAVRA DE DEUS. BASEADA NO LIVRO DE GÊNESIS 1;26. A MENSAGEM NÃO É NOVA, É DE 2009 MAIS CREIO QUE ELA VAI ESTAR FALANDO PROFUNDAMENTE AO SEU CORAÇÃO.


''FOMOS GERADOS COM UM PROPÓSITO''. '' VOCÊ FOI GERADO COM UM PRÓPÓSITO''. CREIA NISSO!


NELE, QUE NOS ESCOLHEU CONFORME O PROPÓSITO DA SUA VONTADE.
PR. ARNALDO DE ALMEIDA

quinta-feira, 14 de abril de 2011

VASOS NAS MÃOS DO OLEIRO




No livro de Jeremias, Capitulo 18, Deus conduz o profeta a visitar uma olaria e observar o trabalho de um oleiro. A visão do profeta, serviria de mensagem para toda nação de Israel: Deus, O Oleiro. Israel, o barro. A roda do oleiro, o tempo. A voz de Deus, foi audível, naquele lugar. O trabalho dos oleiros, na confecção de vasos de barro, nunca mudou. É o mesmo, através dos séculos. A mensagem, portanto, a ser transmitida, permanece. O que Deus, nos fala através dessa metáfora?

O Barro: Em seu estado bruto, não serve para manuseio, na roda de oleiro. Precisa, passar por todo um processo, se tornar elástico, para modelagem: Colhe-se o barro, penera, mistura com água, deixa de molho (para livrar das impurezas) e é pisado até sair todas as bolhas de ar(enfraquecem o vaso na hora de passar pelo forno). No forno, o barro, enfim, se torna mais resistente.

O Vaso: Do barro fomos criados (Gn 2:7) e ao barro tornaremos (Ec 12:7). Vivemos, portanto, para o objetivo de sermos levados "a casa do Oleiro". Um digno destino. A olaria, simboliza, o Reino de Deus.

Algumas porções de barro, se tornam, "vasos de honra" (II Tm 2:21). Carregam tesouros (IICor 4:7). Algumas, vasos de desonra (Rm 9:21): Passaram pelo Oleiro, porém, estão a carregar coisas impuras, ilícitas, produtos de roubo, morte e destruição. Relaciono estes, aos apostatas, pessoas que deixaram "o primeiro amor", no afã de se tornarem, servos de Mamon. Vasos de desonra.

Ainda existe, um terceiro e triste destino para um vaso: ser quebrado. "...Deste modo quebrarei eu a este povo, e a esta cidade, como se quebra o vaso do oleiro, que não pode mais refazer-se..." Jr 19: 11. A quebra do vaso, pelas mãos de Jeremias, tinha o propósito de alertar as pessoas de seus graves pecados. Simbolizava julgamento. Israel, passara, de vaso de honra, para desonra e por fim seria destruída. A utilidade (ou inutilidade) do vaso, define sua longevidade. Que tipo de vaso, estamos sendo?

O ser humano, pecador, cheio de impurezas, barro, no estado bruto, chega a "Olaria" para ser trabalhado. Somos escolhidos (At 9:15), purificados (Jo 17:17), provados (Sl 11:5) e aprovados (IITm 2:15).

O Oleiro: Com destreza e paciência, molda o barro, que, na roda de oleiro, é totalmente dependente D'Ele. Se deixa moldar. Se, ao tomar forma de vaso, o barro, se despedaçar, O Oleiro, torna a juntar a massa e faz outro vaso, ainda melhor. Ele não abandona o vaso, despedaçado em suas mãos.

Deus, anseia que entremos na olaria, no Seu Reino. Só assim o barro ganha forma. Um material, pobre e fácil, tornado excelente. "Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro para que a excelência do conhecimento seja de Deus e não de nós" II Cor 4:7. Um paradoxo: Seres humanos, frágeis, tornando-se instrumentos nas mãos de Deus.E nesse processo, Ele perdoa, a todo que se fizer servo. Ele revigora as forças do abatido, animando-o a prosseguir. Como o vaso, que quebra na roda de moldar e recebe nova vida.

Que Deus em Cristo, nos faça recordar, sempre, que eramos barro, destinados a perdição: Arrastados pela água, ressecados pelo sol, levados pelo vento. O Oleiro, nos recolheu. Entregues em suas mãos, nos tornamos vasos. Moldados para o serviço. Louvado seja O Oleiro!


segunda-feira, 11 de abril de 2011

O SANGUE DO HERÓI DOS HERÓIS



A lista contida na galeria dos heróis da fé é encabeçada por Abel.

É interessante notar que Abel é o único a quem não se atribui qualquer proeza. Enoque foi arrebatado ao céu; Noé salvou o mundo com sua arca; Abraão e Sara tiveram um filho depois de velhos, etc. Mas Abel, o que fez de tão importante para figurar ali?

O texto diz que “pela fé Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho das suas ofertas, e por meio dela, depois de morto, ainda fala” (Hb.11:4).

Embora as proezas dos demais heróis tenham alcançado enorme repercussão neste mundo, a oferta de Abel repercutiu na Eternidade.

A queda das muralhas de Jericó, por exemplo, foi testemunhada por milhares de hebreus. Mas a oferta de Abel foi testemunhada única e exclusivamente por Deus.

E por alguns milênios, seu sacrifício foi um referencial de excelência. Sua fé, expressada em suas ofertas, não perdeu a eloqüência, nem depois de sua morte.

Seu sangue, ao ser derramado na terra, misturou-se ao sangue de todos os seus sacrifícios, elevando a Deus um clamor por justiça.

Ao argüir Caim, o assassino de Abel, disse Deus: “Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra” (Gn.4:10).

E o sangue de todas as vítimas inocentes da maldade humana, uniu-se ao sangue de Abel neste clamor.

Jesus advertiu aos Seus contemporâneos:

“Portanto desta geração será requerido o sangue de todos os profetas, que foi derramado desde a fundação do mundo, desde o sangue de Abel até o sangue de Zacarias, que foi morto entre o altar e o templo. Assim, vos digo, será requerido desta geração” (Lc.11:50-51).

Desde Abel, a humanidade estava presa a um tipo de carma. O que seria capaz de romper com ele?

Aquele velho mundo com seu interminável carma tinha que acabar, para dar lugar a um novo mundo, onde prevalecesse a Graça em vez da vingança.

Embora a fé de Abel o projetasse para o futuro, razão pela qual oferecia a Deus sacrifícios que prefiguravam o sacrifício do próprio Cristo, seu sangue, uma vez derramado sobre a terra, prendeu-nos nesse ciclo de “dente por dente”, “olho por olho”.

O clamor do sangue de Abel nos aprisionava ao passado.

Precisaríamos de alguém cujo sangue falasse melhor do que o de Abel, a fim de nos libertar para o futuro. Alguém cujo sacrifício de Sua própria vida exterminasse o carma, e estabelecesse a pedra fundamental de um novo mundo.

O término da lista da galeria da fé, o escritor sagrado arremata:

“E todos estes, embora tendo recebido bom testemunho pela fé, contudo não alcançaram a promessa. Deus havia provido coisa superior a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados” (Hb.11:39-40).

Que “coisa superior” seria esta?

A resposta vem logo em seguida:

“Portanto, visto que nós também estamos rodeados de tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todos embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para Jesus, autor e consumador da nossa fé, o qual pelo gozo que lhe estava proposto suportou a cruz, desprezando a ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus” (12:1-2).

Todos os heróis do passado formam agora a platéia que nos assiste, porém, nossa nova referência é Cristo, que nos desafia a deixar o embaraço, isto é, aquilo que nos prende ao passado, e o pecado que tenta nos acorrentar ao presente, e correr em direção ao futuro que Seu sacrifício nos garantiu.

Os heróis da Antiga Aliança viveram sob o eco do clamor do sangue de Abel.

Enquanto os antigos heróis “morreram na fé, não alcançaram as promessas, apenas viram-nas de longe, e as saudaram” (11:13), nós, que vivemos sob a égide da Nova Aliança, já as alcançamos n’Ele. Paulo declara: “Pois quantas promessas há de Deus, têm nele o sim, e por ele o amém, para a glória de Deus por nosso intermédio”(2 Co.1:20-21).

Enquanto eles estavam “buscando uma pátria” (Hb.11:14), nós somos aqueles que finalmente chegaram “à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial” (Hb.12:22).

Mas tudo isso porque o sangue de Jesus, derramado no madeiro, “fala melhor do que o de Abel” (Hb.12:24).

Se o sangue de Abel clamava por justiça, o sangue de Jesus clama por misericórdia. E “a misericórdia triunfa sobre o juízo” (Tg.2:13).

Se o sangue de Abel continuou a falar, mesmo depois de morto, qual seria o alcance do clamor do sangue do Ressuscitado?

Bispo Hermes C. Fernandes

sexta-feira, 8 de abril de 2011

ESCOLA EM REALENGO, TANTO LUTO!





Rio de Janeiro, Escola Municipal Tasso da Silveira, jovem, de 23 anos, invade escola, onde estudou, e atira nos alunos, a maioria entre 7 e 14 anos. Mata e fere muitos., até que, atingido por um policial, se suicida.
Quantos matou, quantos feriu? Se fosse apenas uma criança já seria muito, tanto que nenhum número esgotaria. Quantos seres humanos tombam de uma forma ou de outra quando um ser humano é abatido? E quantos, por isso, não terão oportunidade de existir?
Começam as perguntas sobre o porquê. Como um ser humano faz algo assim? E corre-se atrás das explicações.
Como um ser humano pode ser capaz de tal atrocidade? É a pergunta que ecoa. Como? Ouço e me pergunto: do que estamos a falar?
Só os seres humanos fazem isso com a sua própria espécie: franco-atiradores; homens-bomba; Treblinka; Auschiwitz; Guantanamo; Sistema Presidenciario Brasileiro; Carandiru; Torres Gêmeas; Revolução Cultural Chinesa; Política Stalinista; Hiroshima;  Nagasaki; Ruanda; Serra Leoa; Kosovo; Incêndio de Ônibus com passageiros ou Fuzilamento de Seres Humanos colocados dentro de um ônibus! E mais quantas guerras e atrocidades poderiam ser enumeradas? Só seres humanos fazem isso!
Só os seres humanos se sentem seguros, apenas, quando podem matar o próximo. Só os seres humanos chamam a isso de paz.
Quantas doenças ou religiões ou ismos teremos de evocar para dar sentido às barbáries humanas?
O que há por detrás de tanta barbárie? Nós: Seres humanos. Nós!
Ao chorar por essas crianças, choramos também por nós, por todos nós indistintamente. Precisamos perceber que nosso grande desafio somos nós mesmos. Perceber que há maldade em nós. Precisamos cuidar melhor de nós. Precisamos de zelo pela dignidade humana; de acesso a saúde em todos os sentidos, desde sempre: de uma escola onde um garoto estranhamente diferente possa ser ajudado enquanto é tempo.
Precisamos que todo o esforço não seja para, meramente, melhorarmos na vida,  mas, para que a vida melhore em nós.
O que me consola é saber que Deus, segundo Jesus de Nazaré, está lutando por nós, o gênero humano. Que tanto luto não mate a esperança.

Pr. Ariovaldo Ramos.



quinta-feira, 7 de abril de 2011

JESUS NOS PREGA CADA PEÇA!


Jesus poderia ter aproveitado enquanto Pedro estava frustrado, com suas redes vazias. Não haveria momento mais "oportuno", do ponto de vista humano, para chamar Pedro a segui-Lo.

Em vez disso, Jesus preferiu encher antes sua rede de peixes, e seu coração de alegria.
Por um momento, Pedro sentiu-se realizado novamente. Seu coração dizia que ele nascera mesmo para aquilo. A pesca era sua vida, o ofício que escolhera quando ainda criança assistia a seu pai pescar.

A vida fazia sentido novamente. A rede cheia. Já não precisaria dar a desculpa esfarrapada que planejara dar à esposa por ter passado a noite fora de casa e voltado de mão vazia. Ali estava a prova de que ele não estava nos braços de outra, mas trabalhando para sustentar sua família.

- De onde veio esse homem? pergunta Pedro em seu íntimo. Que magia é esta capaz de atrair os peixes sem precisar de isca? Será que Ele aceita sociedade?


De repente, Aquele misterioso Galileu fixa em seu olhar e diz: - Segue-me, pois te farei pescador de homens.

- Só faltava essa! Por que não me chamou quando a rede estava vazia? Seria mais fácil aceitar o desafio de segui-Lo. Mas agora... veja só estas redes! Nunca as vi tão cheias! Precisei que amigos me ajudassem a puxá-las.

O texto bíblico não diz que Pedro arrazoou em seu coração, como sugiro hipoteticamente. Mas qual de nós na reagira assim?

Seria esse o modus operandi de Cristo?

É muito fácil renunciar redes vazias. Difícil é deixá-las cheias na praia para aceitar a proposta de Jesus.

Bem que Jesus avisou: "Se alguém quiser vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e siga-me".

Jesus nos prega cada peça!
Cerca de três anos depois desse episódio, Pedro levantou-se no Dia de Pentecostes, e numa única tacada, conduziu a Cristo três mil pessoas. Na segunda vez que lançou sua rede evangelística, outras cinco mil se renderam. Quando encontrá-lo na glória eterna, pergunte se valeu a pena deixar a rede de peixes pela rede de vidas.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O HEREGE

SERIA ATÉ MAIS ENGRAÇADO SE NÃO FOSSE TRÁGICO. ESSA ANIMAÇÃO RETRATA COM MUITA REALIDADE A CONDIÇÃO DE MUITOS RELIGIOSOS DA IGREJA DE CRISTO HOJE.

''...VISTO QUE SE HÁ NO MEIO DE VÓS INVEJA E DIVISÕES, NÃO ESTÃO SENDO CARNAIS E AGINDO COMO MUNDANOS? POIS ALGUÉM DIZ:  EU SOU DE PAULO, E OUTRO: EU SOU DE APOLO, NÃO ESTÃO SENDO CARNAIS? ( I Co 3;3,4 )
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