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quinta-feira, 23 de junho de 2011

VIDA APÓS A MORTE

Em Hebreus 9.27 está escrito que aos seres humanos está ordenado morrerem uma vez. Depois disso, vem o juízo. Mas isso não quer dizer que, imediatamente após a morte, as pessoas são levadas a um julgamento. O que acontece entre a morte e o Juízo Final?

Embora a vida após a morte ainda seja um mistério para nós, a Bíblia fornece-nos detalhes importantes a respeito do estado intermediário. Todas as pessoas, ao morrerem — salvas ou perdidas —, ficam sob o controle de Deus (Ec 12.7; Mt 10.28; Lc 23.46). Os salvos em Cristo são levados ao Paraíso, no Céu (Fp 1.23; 2 Co 5.8; 1 Pe 3.22). E os ímpios vão para o Hades (hb. sheol), que não é a sepultura, e sim um lugar de tormentos (Sl 139.8; Pv 15.24; Lc 16.23).

Nos tempos do Antigo Testamento, Paraíso e Hades ficavam na mesma região. Eram separados por um abismo separador intransponível (Lc 16.19-31). Ao morrer, o Senhor Jesus desceu em espírito a essa região e transportou de lá os salvos para o terceiro Céu (cf. Mt 16.18, Lc 23.43, Ef 4.8,9; 2 Co 12.1-4). Quanto aos ímpios, permanecem no Hades (uma espécie de ante-sala do Inferno), o qual não deixa de ser “um inferno”, um lugar de tormentos para a alma (Lc 16.23).

Conquanto, em algumas passagens da Bíblia, o vocábulo grego hades tenha sido traduzido para “inferno”, o Hades e o Inferno final não são o mesmo lugar. O Inferno final é chamado de Lago de Fogo (Ap 20.14,15 [gr. limnem ton puros]); de “fogo eterno” (Mt 25.41 [gr. pur to aiõnion]); de “tormento eterno” (Mt 25.46 [gr. kolasin aiõnion]); e de Geena (Mt 5.22; 10.28; Lc12.5).

Diferentemente do Hades, o Inferno final está vazio. O seu povoamento começará quando Cristo voltar em poder e grande glória e lançar o Anticristo e o Falso Profeta no Inferno (Zc 14.4; Ap 19.20). Em seguida, os condenados do Julgamento das Nações irão para “o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos”, “o tormento eterno” (Mt 25.41,46). Mais tarde, será a vez do Diabo e seus anjos conhecerem o lugar para eles preparado (Ap 20.10). E, finalmente, após o Juízo Final, todos os ímpios estarão reunidos no Inferno final (Ap 20.15; 21.8).

Em Apocalipse 20.13 está escrito que o mar dará os mortos que nele há. E Jesus também afirmou que “vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz” (Jo 5.28). Onde quer que estiverem, os pecadores ressuscitarão para comparecer diante do Trono Branco. Segundo a Palavra de Deus, a morte (gr.thanatos) e o inferno (gr. hades) darão os seus mortos, os quais, após o
Juízo Final, serão lançados no Lago de Fogo.

O vocábulo “morte”, em Apocalipse 20.13,14, tem sentido figurado. Trata-se de uma metonímia (figura de linguagem expressa pelo emprego da causa pelo efeito ou do símbolo pela realidade), numa alusão a todos os corpos de ímpios, oriundos de todas as partes da Terra, seja qual for a condição deles. Há pessoas cujos corpos são cremados; outras morrem em decorrência de grandes explosões, etc. Todas terão os seus corpos reconstituídos para que, em seu estado tríplice (pleno), espírito + alma + corpo (cf. 1 Ts 5.23), compareçam perante o Juiz.

Entretanto, para que os ímpios compareçam ao Juízo Final em seu estado pleno, acontecerá a reunião de espírito, alma e corpo, os quais se separam na morte. Daí a menção de que “a morte” e também “o inferno” darão os seus mortos (Ap 20.13). Aqui, “inferno” é hades, também empregado de forma metonímica. A “morte” dará o corpo. E o “Hades”, a parte que não está neste mundo físico, isto é, a alma (na verdade, alma + espírito).

Com base no que foi dito acima, podemos entender melhor a frase “a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo” (Ap 20.14). Isso denota que os corpos e as almas dos perdidos — que saíram do lugar onde estavam e foram reunidos na “segunda ressurreição”, a da condenação (Jo 5.29b) —, depois de ouvirem a sentença do Justo Juiz, serão lançados no Inferno propriamente dito, o Lago de Fogo.

Segue-se que a frase “a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo” tem uma correlação com o que Jesus disse em Mateus 10.28: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno [geena] tanto a alma como o corpo” (ARA). Ou seja, as almas (“o Hades”) e os corpos (“a morte”) serão lançados no Geena.

E quanto aos que têm morrido salvos, em Cristo? Graças a Deus, nenhuma condenação há para eles (Rm 8.1). Serão julgados também, é evidente, logo após o Arrebatamento da Igreja, mas apenas para efeito de galardão (Rm 14.10; Ap 22.12). Depois da ressurreição dos que morreram em Cristo, nunca mais haverá morte, o último inimigo a ser vencido (1 Co 15.26).

Apesar de já se encontrarem na presença de Deus, os salvos mortos em Cristo ainda não estão desfrutando do gozo pleno preparado para eles. Isso só acontecerá depois da ressurreição (1 Co 15.51). Seu estado agora é similar ao daqueles mártires que morrerão na Grande Tribulação (Ap 6.9-11). Esta passagem e a de Lucas 16.25 indicam que, no Paraíso, os salvos são consolados, repousam, estão conscientes e se lembram do que aconteceu na Terra (Ap 14.13). Contudo, após o Arrebatamento, estarão — no sentido pleno — “sempre com o Senhor” (1 Ts 4.17).

Em 1 Tessalonicenses 3.13 está escrito: “que sejais irrepreensíveis em santidade diante de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, com todos os seus santos”. Isso significa que os santos, de todas as épocas, que estão com o Senhor, no Paraíso, virão com Ele, no Arrebatamento da Igreja. Como assim? O espírito e a alma (ou espírito + alma) deles se juntarão aos seus corpos, na Terra, para a ressurreição, num abrir e fechar de olhos (1 Co 15.50-52).

Consolemo-nos com estas palavras (1 Ts 4.18). Aleluia! “Ora, vem, Senhor Jesus” (Ap 22.20).
http://cirozibordi.blogspot.com/







quinta-feira, 16 de junho de 2011

QUALIDADE DE VIDA

Vivemos dias aonde as pessoas buscam viver cada vez mais e melhor. Seguindo essa tendência
de  bem estar, muito se tem falado sobre os mais variados temas relacionados à saúde  e
qualidade  de vida das pessoas; alimentação, exercícios, prevenção de doenças relacionadas
Ao cigarro, ao sedentarismo, etc. Todo esse esforço é valido,  visando uma longevidade maior.
Meditando sobre isso, me veio a memória o salmo 37, aonde o salmista nos mostra algumas direções muito fortes para que tenhamos essa qualidade de vida a luz de Deus:
‘’Confia no Senhor e faça o bem, habitarás na terra e verdadeiramente serás alimentado.’’( v.3)
Isso é qualidade de vida! Confiar em Deus é o primeiro passo para vivermos bem. Viver bem primeiro com nós mesmo, ( paz interior) e também com o mundo(nosso próximo).
Esse versículo sintetiza todo salmo e nos mostra o quanto é fundamental o fato de confiarmos em Deus e na sua palavra.
Mas sempre que surge a questão de “ confiar em Deus”, surge também a pergunta: o que é confiar em Deus, ou como confiar em Deus?  Acredito que a resposta para essa pergunta segue-se nos versículos seguintes deste salmo, na qual o salmista nos traz como revelação três níveis de relacionamento com Deus, que nos levam a entender um pouco mais sobre confiança. Gostaria de usar como analogia para isso o namoro, o noivado e o casamento para melhor compreendermos a palavra.
‘’Deleita-te no Senhor...’’ (v.4)
Esse é o primeiro nível de um relacionamento que nos leve a confiar em alguém. Deleitar é o mesmo que ter prazer, ou seja, se agradar da companhia de Deus, da sua presença. Não há como avançarmos para níveis maiores de confiança se não há deleite em Deus, se não há prazer nas coisas que pertencem a Ele. “ Alegrei-me quando me disseram: vamos a casa do Senhor (sl 122). “ Quão amáveis são teus tabernáculos, minha alma desfalece pelos teus átrios(sl 84). Quando estamos apaixonados por alguém( namoro) não conseguimos ficar um minuto longe desse amor( sl 42).
‘’Entrega o teu caminho a Ele...’’ (v.5)
Aqui já estamos avançando para um outro nível de relacionamento com o Senhor, quando o namoro amadurece, ele segue em direção a um noivado e esse é concretizado com uma aliança. Aliança fala de fidelidade, que nos levará a uma vida dedicada ao ‘’noivo’’(Jesus), e aos preparativos para o casamento. Como se dedicar? Como se preparar?
‘’Buscai o Senhor enquanto se pode achar...’’(Is 55;6). Neste nível de relacionamento a chave é a oração, é lançar sobre Ele toda nossa ansiedade pois Ele tem cuidado de nós( IPe 5;7), é deixar de lado nosso desespero de querer ‘’ter’’ ou ‘’ser’’ (Mt 6;27-30), e nos entregarmos a Ele em aliança(noivado) e Ele se tornar a  nossa justiça.(Rm 8;31)
                                                    ‘’descansa no Senhor...’’ (v.7)
Descanso é o nível máximo da confiança, é o casamento, o compromisso maior( Hb4;9). Isso fala de paz no coração diante dos problemas e tribulações da vida, pois, aonde à satisfação na presença de Deus e entrega total, não a lugar para o medo(I Jo 4;18). Como Jesus, que andava em amor junto ao Pai, e por conta desse amor não temia; dormiu no barco mesmo em meio à tempestade. E por que dormiu? Por que confiava no amor do Pai, podemos observar que a primeira pergunta feita por ele ao acordar com os gritos dos discípulos foi:
Por que temeis? Não tenha medo ó pequeno rebanho!(Lc 12;32). Deus estabeleceu uma aliança com a humanidade, aliança essa feita através do sangue de Jesus(Mt 26;28), e se você ainda não disse sim para esse convite de casamento com Jesus, hoje é o dia de você dizer sim!
Casa-se com Ele e experimente um tempo novo na sua vida, tempo de paz e de alegria na ‘’confiança’’ Daquele que tudo pode fazer.
Lembre-se qualidade de vida começa com  “C” de confiar em Deus.

Soli deo glori.
Pr. Arnaldo de Almeida


quarta-feira, 15 de junho de 2011

sexta-feira, 10 de junho de 2011

PERDENDO O FOCO



É com essa frase que Deus colocou em meu coração que eu dou início a esse texto. Foco!! Qual tem sido o nosso? Ser conhecido ou fazer Deus conhecido? Qual é a motivação do nosso coração em fazer as coisas para Deus? Será que é para Ele mesmo? Ou na verdade é uma desculpa para fazer algo para alimentar o nosso ego? Qual é a motivação do nosso blog? Da nossa dança? Da nossa música? O que se passa em nosso coração? Será que o nosso foco está em Deus, ou, em nós mesmos?
“Como você caiu dos céus, ó estrela da manhã, filho da alvorada! Como foi atirado à terra, você, que derrubava as nações! Você que dizia no seu coração: “Subirei aos céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembléia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo”. Mas às profundezas do Sheol você será levado, irá ao fundo do abismo! Isaías 14:12-14
Satanás se achava! Ele queria ser maior que Deus! Pensa num cara orgulhoso, mala, metido e cheio das firulas! Esse cara é satanás! Ele queria a atenção toda para ele! Ele queria a glória! E ele caiu por esse motivo, ele é um anjo caído, e infelizmente irmãos, muitos crentes estão caindo pelo mesmo motivo, querem fama, querem os olhares das pessoas, e acabam perdendo o foco! E quando perdemos o foco, estamos nos assemelhando mais a satanás do que a Deus, e isso não é legal! Misericórdia!
Precisamos colocar o nosso coração no lugar certo, todos os dias! Para que não possamos ficar com aquilo que não é nosso, toda a glória, louvor e honra pertencem a Deus, não a nós! Que sejamos instrumentos de Deus para que o Nome Dele seja glorificado, mas que possamos saber o nosso lugar diante de Deus e das pessoas! Não somos melhores e nem piores do que ninguém, o que somos hoje, somos pela graça de Deus em nossas vidas!
“Eu sou o Senhor; esse é o meu nome! Não darei a outro a minha glória nem a imagens o meu louvor.” Isaías 42:8 
Deus não divide a sua glória com ninguém, não fique com aquilo que não é teu! A glória não pertence a gente! Toda honra, toda glória e todo louvor sejam ao Senhor Jesus Cristo! Ontem, hoje e sempre!
Receber elogios não é pecado, é muito bom receber elogios, porém, devemos saber lidar com eles, e a melhor maneira de saber lidar com elogios é, reconhecer quem Deus é e quem nós somos! Ou seja, Deus é o Cara, e sem ele não somos nada! E é verdade gente! Se tudo o que fazemos ou somos não for para Deus, então é em vão! Quando somos cheios de nós mesmos, somos cheios de nada! Por isso, precisamos nos esvaziar para sermos cheios de Deus!
Receber elogios é uma oportunidade para glorificarmos a Deus e dar testemunho daquilo que Ele é e tem feito em nossas vidas!
Eu fico muito triste de ver o evangelho perdendo o foco! Os dons e talentos dados por Deus sendo usados de maneiras egoístas, da forma errada, com o objetivo errado! As pessoas querem o palco, e não a cruz! Sendo que, precisamos aprender com Jesus, e Ele não foi para o palco, ele foi para a Cruz! Jesus se esvaziou, deixou o seu trono de glória, e se fez como nós, sofreu e morreu por nós! Mas o que temos feito? Não... continua... 

terça-feira, 7 de junho de 2011

A VIDA POR UM FIO

Que vida frágil a nossa. Tudo pode ruir, desmoronar, ganhar outro rumo, seja para o bem, seja para o mal, da noite para o dia, em questão de segundos:
Tentações súbitas que o acometem e que poderiam jogar no lixo sua reputação, fazendo com que pessoas não creiam que você crê.
Ciladas que são plantadas, nas quais, sua inocência, fica nas mãos de uma única testemunha, que se não tiver caráter suficiente, permitirá que seja lançada sombra de dúvida sobre sua integridade.
Pessoas que poderiam pegar fato do seu comportamento que não depõe contra o todo, e torná-lo público, como se você fosse o que aparentemente demostrou ser num mal momento da sua vida.
Doenças que poderiam ter sido fatais.
Acidentes que por muito pouco não ceifaram sua vida.
Decisões aparentemente racionais que teriam remetido seu trabalho para a irrelevância.
Inimigos que poderiam ter dado, literalmente, cabo de você.
Declarações infelizes que teriam exposto sua vida ao menosprezo e descrédito públicos.
Associação com mau caráter que entrou na sua vida devido à sua ingenuidade e credulidade. 
Oportunidades que aparecem na vida de um ser humano de modo raríssimo desperdiçadas por você.
Se o Senhor não guardar a cidade em vão vigia a sentinela. Que sejamos gratos por Ele nos conduzir na travessia deste grande e terrível deserto de serpentes abrasadoras.  

Antônio Carlos Costa



quarta-feira, 1 de junho de 2011

FRUTIFICAÇÃO


Frutos! Muito tem sido dito acerca disso.
O fruto é o que se espera de uma árvore. Cada árvore deve produzir de acordo com sua espécie. Portanto, seus frutos denunciarão qual é sua verdadeira natureza. Jesus deixou isso muito claro: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Do mesmo modo, toda árvore boa produz bons frutos, e toda árvore má produz frutos maus. Não se pode a árvore boa produzir maus frutos, nem a árvore má produzir frutos bons”(Mt.7:15-18).

Em outras palavras, não se deixe enganar pela aparência, pela voz suave, pelo jeito cativante. Verifique os frutos, não apenas a curto prazo, mas também a médio e longo prazo. Jesus também alerta sobre isso: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi, e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça (Jo.15:16a).

Portanto, não importa apenas a quantidade de frutos, mas também sua qualidade. Se o fruto dado não resiste ao tempo, é sinal de que há algo errado com a árvore.

Éramos todos ramos de uma árvore chamada Adão. Tudo o que produzíamos já vinha bichado, apodrecido pelo pecado. Paulo levanta a questão: “E que fruto tínheis então das coisas de que agora vos envergonhais? pois o fim delas é a morte” (Rm.6:21). A seiva de que nos nutríamos estava comprometida. Mas Deus nos removeu dessa árvore e nos enxertou numa nova árvore, a saber, Jesus Cristo, a Videira Verdadeira. Esta o operação de remoção e enxerto pode ser chamada de “arrependimento”.

O que Deus espera de nós, agora? Que produzamos “frutos dignos de arrependimento” (Mt.3:8). Tais frutos apontam para o conjunto de nossa vida, e não apenas para as ofertas ou pessoas que trazemos à igreja. A maneira como tratamos nosso cônjuge, nossos filhos, colegas de trabalho, e até com os nossos inimigos, como lidamos com a possessão de bens materiais, como reagimos a uma crise, etc. Enfim, nosso comportamento vai revelar de que árvore somos ramos e de que seiva temos nos alimentado.

O apóstolo Paulo chama este conjunto de “o fruto do Espírito”. Em vez de usar a palavra grega  γέννημα (gennēma), traduzido geralmente como “ frutos” (plural), ele usa καρπός (karpos), que geralmente é traduzida como “fruto” (singular). O que ele tem em mente é um cacho de uvas (lembre-se que Cristo se apresenta como a Videira).Cada uva é uma gennēma, mas o cacho inteiro é um karpos. Você nunca vai encontrar um cacho de uvas com espaços vagos. Da mesma maneira, quando somos partícipes da Videira Verdadeira, Sua seiva que é o Espírito Santo produz em nós o fruto completo: “Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gl.5:22-23).

Há uma lista parecida oferecida por Pedro (2 Pe.1:5-7), onde ele termina dizendo:“Pois se em vós houver estas coisas em abundância, não vos deixarão ociosos nem infrutíferos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo” (v.8).

Aquele que estando n’Ele não dá o fruto esperado, recebe d’Ele o trato necessário. Segundo Jesus, quem não dá fruto é cortado, pois ocupa inutilmente o espaço (Mt.21:43), enquanto quem produz é podado pra que produza ainda mais. Ninguém fica imune à tesoura do podador (Jo.15:2). O que demonstra que Deus Se importa tanto com a qualidade de nossos frutos, quanto com a quantidade de nossa produção.

Pr. Hermes Fernandes.




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