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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

PRIMEIRO CULTO DA REDE DE MULHERES NO ANO 2012


NO ÚLTIMO SÁBADO DIA 11 DE FEVEREIRO O SENHOR UNIU AS MULHERES
NUM GRANDE CULTO PARA BUSCAR DO SENHOR A CHAMA DA FÉ, COM O TEMA:
"POIS   PARA  DEUS  NÃO  HA  IMPOSSÍVEL "(LC 1;37 )
O SENHOR FALOU AOS CORAÇÕES TRAZENDO RENOVO ESPIRITUAL PARA MULHERES
QUE PRECISAVAM DE LIBERTAÇÃO, CURA INTERIOR E RESPOSTA...
TIVEMOS A PRESENÇA DA PASTORA ADRIANA DA IPV DE JACAREPAGUÁ
TRAZENDO A PALAVRA .
O SENHOR FEZ MARAVILHAS NA VIDA DE CADA UMA  QUE CHEGOU
COM FOME E SEDE.
NESSA NOITE ELAS SE SENTARAM JUNTAS NA MESA E SE SACIARAM,
LEVANDO PARA CASA A CONVICÇÃO QUE SÃO VERDADEIRAMENTE
ESCOLHIDAS DENTRE MUITAS E AGRACIADAS DO SENHOR .
PASTORA ANA PAULA DE ALMEIDA
















quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O TEMPLO DE SALOMÃO E A ESPIRITUALIDADE DE PEDRA



O Templo de Salomão foi o primeiro Templo em Jerusalém, e funcionou como um local de culto religioso judaico central para a adoração a Javé, Deus de Israel, onde se ofereciam os sacrifícios conhecidos como korbanot. Era nele que ficava a Arca da Aliança. Esse Templo foi destruído totalmente por Nabucodonosor II da Babilônia, em 586 a.C., e consequente escravidão dos judeus pelos babilônios. Após essa época, os judeus voltaram e construíram no mesmo lugar um segundo templo, o qual foi destruído pelo imperador assírio Antíoco Epifanes. Em 4 d.C. o Rei Herodes, querendo agradar os judeus reconstruiu o templo, que foi mais portentoso que os dois primeiros. Foi este onde Jesus pregou e previu sua destruição, que aconteceu de fato em 70 d.C., pelas mãos dos romanos, por conta da Grande Revolta Judaica.

Hoje tudo o que resta do Templo de Salomão (em sua terceira encarnação) é o Muro das Lamentações, usado por judeus ortodoxos como lugar de oração.

Agora uma denominação evangélica pretende construir uma réplica do Templo de Salomão no distrito do Brás, em São Paulo. Com capacidade para receber 10 mil fiéis, o templo não será de ouro e prata, como o original, mas promete ter detalhes iguais ao do antigo santuário, inclusive com pedras trazidas de Israel. O Templo irá ocupar um quarteirão inteiro e promete ser maior que a "Catedral da Sé", maior igreja católica da cidade. A construção terá 55 metros de altura, o que correspondente a quase duas vezes a altura da estátua do "Cristo Redentor". Serão investidos 200 milhões de reais, que virão, claro, da doação dos fiéis.

Me perguntaram porque uma religião cristã precisa buscar no judaísmo a inspiração para ser o local mais importante de congregação deles, e logo lembrei que é porque o cristianismo historicamente NÃO TEM UM TEMPLO FÍSICO. A rigor, Jesus não fazia diferenciação de sua doutrina, que era aberta a todos, em especial os judeus, e por isso ele procurava o local de congregação tradicional dos judeus (sinagogas e o Templo). Busque na bíblia, e você verá que Jesus nunca deu importância ao aspecto físico de Templos ou lugares de oração, mas (ironicamente) era muito sério quanto a transformar um templo de oração num negócio:

E falando-lhe alguns a respeito do Templo, como estava ornado de formosas pedras e dádivas, disse ele: Quanto a isto que vedes, dias virão em que não se deixará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada
(Lucas 21:5-6)

Chegaram, pois, a Jerusalém. E entrando ele no Templo, começou a expulsar os que ali vendiam e compravam; e derrubou as mesas dos cambistas, e as cadeiras dos que vendiam pombas; e não consentia que ninguém atravessasse o templo levando qualquer utensílio; e ensinava, dizendo-lhes:Não está escrito: A minha casa será chamada casa de oração para todas as nações? Vós, porém, a tendes feito covil de salteadores
(Marcos 11:15-17)

Protestaram, pois, os judeus, perguntando-lhe: Que sinal de autoridade nos mostras, uma vez que fazes isto? Respondeu-lhes Jesus: Derrubai este santuário, e em três dias o levantarei. Disseram, pois, os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este santuário, e tu o levantarás em três dias? Mas ele falava do santuário do seu corpo
(João 2:18-21)

Digo-vos, porém, que aqui está o que é maior do que o Templo
(Mateus 12:6)

E, quando orardes, não sejais como os hipócritas; pois gostam de orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa. Mas tu, quando orares, entra no teu quarto e, fechando a porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará
(Mateus 6:5-6)


O Templo de Salomão significou uma era de esplendor e orgulho para os judeus. Com isso, os sacerdotes se afastaram, pela soberba, da essência dos ensinamentos da Torah e transformaram a mais importante casa de oração num comércio, vendendo os tais korbanot (tudo em nome do Senhor Javé, claro). E era isso q Jesus criticava quando falava dos Fariseus , E agora vem uma denominação cristã procurando erigir um símbolo da glória (e, consequentemente, da ruína) de uma civilização, algo que simbolicamente pra nós, cristãos, representa o ponto mais alto e ao mesmo tempo o mais baixo de um povo, pois fixou ali, em pedra, a espiritualidade que deveria ser carregada no íntimo (e, especialmente, em nossas atitudes). Isso Jesus nos advertiu. E não podemos negar que isso se tornou uma triste realidade para os judeus por séculos e séculos, onde tiveram de fazer (às escondidas) do seu humilde lar ou porão (mais dramaticamente ainda sua própria alma, quando não dispunham sequer da posse do seu corpo) o seu único santuário.

Não vou dizer que esses 200 milhões seriam melhor investidos em outra coisa, pois seria demagogia (todos nós poderíamos pegar o dinheiro do cinema e dar aos pobres, por exemplo), mas gostaria de lembrar que não conheço nenhuma religião que mobilize seus fiéis de forma tão contundente a construir algo realmente cristão, como um hospital público top de linha, por exemplo, que poderia ser construído e aparelhado com R$ 80 milhões, e mantido (R$ 40 milhões ao ano) com apenas uma fração do dinheiro do dízimo anual dessas igrejas gigantescas. Jesus certamente ficaria feliz.

Não ajunteis para vós tesouros na terra; onde a traça e a ferrugem os consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consumem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração
(Mateus 6:19-21)
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

TRISTEMUNHO


O PODER DO PERDÃO



Certa vez, numa destas escolinhas maternais, Pedrinho e Gabriel tiveram uma briga muito feia. Tinham quatro anos. Não se sabe o motivo: se foi o roubo de uma bala, ou outro objeto de sua lancheira. Trocaram tapas, mordidas e puxões de cabelo. Um alegava que a mamãe foi xingada, outro o chamava de “ladlão”. As professoras correram para separar os bebês, mas mesmo no colo, queriam continuar a luta.



O tempo passou, nunca mais se viram. Estudaram, cresceram, ficaram burros e casaram. Quarentões, se reencontraram em um movimentado shopping, com suas famílias, esposa, filhos, e a reação foi imediata. Estavam em uma mesa da praça de alimentação, um pegou uma cadeira, o outro se armou de uma pesada lixeira de ferro.



- Você roubou minha mochila, Pedrinho! E meu pirulito de cerejinha!



- Desgraçado! Chamou a mamãe de vaca! Quebrou a ponta do meu lápis azul de golfinho!



Com um golpe certeiro, um deles – não importa qual - matou o outro, rachando-lhe a cabeça, deixando o oponente estirado no meio da multidão, em frente aos filhos que choravam desesperadamente.



Tal história só é absurda por sabermos que crianças esquecem, perdoam. Não andam com magoas por toda a vida. Fosse o contrário, obviamente esses meninos nunca teriam crescido de forma sadia, se formado, amariam alguém, casariam e constituiriam família. Não é usual ap essoas que carregam magoa em sua existência.



Vivemos a beira do ódio, da inveja, do homicídio, do ciúme. Levamos estas coisas em nossa vida, sacos de lixo teimosamente acorrentados e empilhados onde deveria ser o trono de Deus em nossa alma. Nem por isso nos julgamos absurdos, trágicos, ilógicos quando não perdoamos.



P perdão é a única forma de arrancar as raízes putrefadas que o pior da vida semeia em nossa existência. Como dito na “A Cabana”, precisamos tirar a mão do pescoço daquele que merece ser esganado, tirar as garras de nosso próprio pescoço. E isso é muito simples de entender quando quem exige isso oferece o que for necessário para desfrutar da eternidade.



Será que daqui a trezentos anos permaneceremos chorando o abandono de alguém?
Odiaremos com a mesma intensidade aquele que nos agrediu, ou tocou naquele que amamos?
Permaneceremos ruminando a maldade alheia que nos tirou da rota que - supostamente - nos levaria
a felicidade plena?
Quando perdoaremos a nós mesmos por nossa tendência a imbecilidades(coisa que Jesus já fez)?



O Mestre diz que se não for como crianças, não chegaremos ao reino. Crianças choram, sofrem e esquecem. Até que a inocência acaba, abrimos os olhos e vemos que estamos nús... é quando começamos a morrer.



As coisas velhas passarão, e tudo se fará novo. Creia. Fique em paz.




A MISSÃO


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

ASTUTO INIMIGO



Por Hermes C. Fernandes

Pode-se falar tudo de mal acerca do Diabo, o arqui-inimigo do povo de Deus. Que ele é astuto, mentiroso, sagaz, perverso, todos já sabemos. Mas há nele uma virtude inegável, e que, por incrível que pareça falta em muitos cristãos. Antes que alguém se escandalize, achando que estou fazendo o papel de advogado do diabo, ou mesmo desista de ler o resto do texto, deixe-me revelar que virtude seria esta. Trata-se da persistência. O inimigo de nossas almas não desiste fácil. E quando ele não obtém êxito com suas ameaças e tentações, ele parte para sua última cartada, a negociação. Já que o prejuízo é inevitável, o diabo busca uma maneira de atenuá-lo ao máximo.  Para tal, ele é capaz de recorrer à via da diplomacia.

Foi esta a estratégia usada por Faraó ao convidar Moisés para o diálogo. O Egito já havia sido alvo de várias pragas enviadas por Deus. Moisés parecia irredutível em sua decisão em tirar seu povo da escravidão. Chegara, portanto, a hora do monarca egípcio usar de toda a sua sagacidade para reduzir as perdas.

Ao todo, foram quatro propostas feitas por Faraó a Moisés, e que coincidem com as propostas que o mundo nos faz. Quando digo “mundo”, refiro-me ao sistema edificado sobre a injustiça, a corrupção e a cobiça, que tem no diabo o seu arquiteto.

Na primeira proposta, Faraó diz ao Moisés: “Ide e oferecei sacrifícios ao vosso Deus nesta terra” (Êx.8:25). Parafraseando-o: Por que deixar o Egito para adorar ao seu Deus? Vocês têm permissão de fazê-lo aqui mesmo.

Poderia parecer benevolência de Faraó, porém, por trás desta proposta havia o receio de que aquele povo, ao deixar o perímetro egípcio, jamais retornasse. Se isso ocorresse, aquela sociedade entraria em colapso, pois dependia da mão de obra escrava. 

De maneira semelhante, o mundo tenta convencer-nos de que podemos servir a Deus sem romper com seus valores, mesmo que sejam antagônicos aos valores do Reino de Deus. Esta proposta se esbarra na advertência feita pelo Espírito Santo:

“Não ameis o mundo nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Pois tudo o que há no mundo, a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. Ora, o mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1 João 2:15-17).

E mais:

“Não sabeis que a amizade do mundo é inimizade com Deus? Portanto qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus” (Tiago 4:4b).

Diante disso, não há margem que nos permita aceitar tal proposta do inimigo. Se quisermos agradar a Deus, temos que romper com o sistema, negando-nos a ser mais uma de suas engrenagens. 

Ao sermos convertidos, somos transportados do império das trevas para o Reino de Cristo (Cl.1:13). Embora ainda vivamos no mundo, já não somos reféns do sistema. Deixamos a condição de escravos do império das trevas, para tornarmo-nos filhos e cidadãos do Reino de Deus.

Dada a recusa imediata de Moisés à primeira proposta, Faraó apresentou-lhe a segunda:

"Eu vos deixarei ir, para que ofereçais sacrifícios ao Senhor, o vosso Deus, no deserto, apenas se, saindo, não fordes muito longe. Agora orai por mim" (Êx.8:28).

Já que vocês insistem em deixar o Egito, vamos combinar o seguinte: podem ir, mas não vão longe. Seria hoje, o equivalente a dizer: Querem congregar numa igreja? Fiquem a vontade! Mas cuidado pra que vocês não fiquem fanáticos. Vão, mas não tão fundo. Envolvam-se com as coisas do Reino, mas não se comprometam. 

Fica óbvio que a preocupação de Faraó era mantê-los ao alcance de sua vista. Esta tem sido uma constante preocupação do inimigo. Ele tenta parecer amistoso, cordial. Chega a pedir que orem por ele. Tudo para conquistar sua confiança, e mantê-los enredados. 

Não podemos cair em sua artimanha! Se é pra deixar o Egito em direção à Terra Prometida, então temos que ir fundo neste propósito. Nada de barganhas com o Diabo! Deus nos chama ao comprometimento com os valores preconizados pelo Evangelho. Envolver-nos na causa do Reino sem nos comprometermos radicalmente com ela é total perda de tempo. 

Deus deseja levar-nos para muito além do alcance da vista do inimigo. Trata-se, portanto, de um caminho sem volta. Satanás terá que aceitar que ficou no prejuízo. Nunca mais vai recuperar seus escravos.

Insatisfeito com a resposta de Moisés, Faraó partiu pra terceira tentativa. Reunido com Moisés e Arão, pergunta-lhes:

"Ide, servi ao Senhor, o vosso Deus. Quem deverá ir?" (Êx.10:8).

Ele queria certificar-se do tamanho do prejuízo que sofreria.

Confira a resposta de Moisés, e a réplica de Faraó:

"Temos de ir com os nossos jovens e com os nossos velhos, com os nossos filhos e com as nossas filhas, com os nossos rebanhos e com o nosso gado, porque temos que celebrar festa ao Senhor. Disse-lhe Faraó: Seja o Senhor convosco, se eu vos deixar ir com as crianças! Vede como tendes más intenções. Não será assim. Agora, ide vós, os homens, e servi ao Sehor, pois isso é o que pedistes. E os expulsaram da presença de Faraó" (Êx.10:9-11).

Até ali, Faraó havia mantido a compostura. Mas agora Moisés fora longe demais. Se as crianças ficassem no Egito, Faraó garantiria a próxima geração de escravos. Caso os pais não retornassem, os filhos os substituiriam imediatamente. O que ele não podia era ficar sem mão-de-obra escrava. 

Muitos cristãos sinceros têm aceito esta proposta do inimigo, pois acham que não devem forçar os filhos a servirem a Deus. Dizem: - Quando eles forem adultos, escolheram por si mesmos. Ora, se os pais têm o sagrado direito de escolher onde os filhos moram, em que escola estudam, o que comem, vestem, e até o time pelo qual torcem, por que não podem influenciar em sua vida espiritual? 

Deveríamos espelhar-nos na postura de Josué, que ao introduzir os hebreus na Terra Prometida, disse-lhes:

"Escolhei hoje a quem sirvais (...) Eu e a minha casa serviremos ao Senhor"(Js.24:15).

A maior herança que os pais deixam para o seus filhos é a sua fé.  

Se Satanás acha que aceitaremos negociar com a alma de nossos filhos, ele está redondamente enganado, e merece uma resposta mal criada à altura de sua petulância. 

Não permitamos que eles sejam educados pela babá eletrônica. Ou que sejam criados na rua. Assumamos a responsabilidade de criá-los debaixo do temor do Senhor, e nos princípios de Sua Palavra. Quando crescerem, nos agradecerão.

Faltava agora a última proposta. Mandando chamar novamente a Moisés, Faraó lhe disse:

"Ide, servi ao Senhor. Somente fiquem os vossos rebanhos e o vosso gado; vão também convosco as vossas crianças" (Êx.10:24).

Já que não dá pra ficar com as famílias (velhos, adultos e crianças), Faraó tenta evitar que eles levem também os seus bens. Quem deixar o Egito? Ok. Estão liberados! Querem ir longe? Vão com Deus! Querem levar a família inteira? Então, sumam da minha frente! Mas não se atrevam a levar seus recursos!

Infelizmente, esta tem sido a proposta mais indecorosa e tentadora que o Diabo tem feito aos cristãos de todas as eras. E não poucos têm cedido a ela. Dizem que comprometem suas almas e famílias com o Reino de Deus, porém, mantém seus recursos distante de qualquer compromisso que não seja com seu próprio bem-estar. Como se fosse possível servir a Deus e ao dinheiro. 

Parece que Martinho Lutero tinha razão ao afirmar que a última parte do indivíduo a ser converter é o bolso. 

Ora, a libertação promovida por Deus ao Seu povo devia abranger todas as áreas. Por isso, lemos que Ele os fez sair do Egito com "prata e ouro", e que entre as suas tribos não houve um só enfermo (Sl.105:37). 

Não adianta dizer que servirmos a Deus, enquanto nossos recursos continuam à mercê do sistema deste mundo. O dinheiro que antes gastávamos com vícios, jogatina, promiscuidade, prazeres, agora deve ser empregado naquilo que enaltece a Deus e beneficia nossos semelhantes. 

A resposta dada por Moisés a esta última proposta de Faraó deve ecoar em nossos lábios:

"Também o nosso gado há de ir conosco; nem uma unha ficará!"(Êx.10:26).

Tudo o que somos, e tudo o que temos, há de servir ao Senhor. Nas palavras do Salmista: "Bendize, ó minh'alma ao Senhor, e tudo o que há em mim, bendiz ao Seu santo nome" (Sl.103:1). E isso inclui, naturalmente, nossos recursos materiais. 

Quando ofertamos, dizimamos e repartimos nosso pão com o nosso próximo, estamos saqueando o Egito, consagrando nossos bens à causa do Reino. Estamos colocando nossos haveres em seu devido lugar. Em vez de servirmos ao dinheiro como um senhor, fazemos dele nosso servo. Assim, ele jamais será instrumento através do qual Faraó nos cativará. 

Se o inimigo é perseverante em seus funestos propósitos, sejamos ainda mais perseverantes que ele no propósito de ser a Deus no lugar onde Ele designou, acompanhado das pessoas que Ele escolheu, e em posse daquilo que Ele nos deu.



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